You are currently browsing the tag archive for the ‘Sofrimento’ tag.

images¨O suícidio nada resolve, pois se somos imortais, continuando a viver após a morte do corpo material, iremos nos perceber vivos no mundo espiritual com os mesmos problemas, agora agravados com o ato que praticamos contra a vida, que, na verdade,  não nos pertence, esse corpo que nos foi emprestado por Deus nosso Pai. ¨

Vários são os motivos que levam uma criatura a tentar  o suícidio ou mesmo atingir o ato desejado, perda de um ente querido através da morte, abandono de alguém que amamos e acreditamos não suportar a vida  sem essa pessoa, situação financeira que parece não ter solução ou mesmo medo da morte, caso esteja com uma doença incurável.

Todos nós um dia mudaremos do plano material para o plano espiritual, isso é uma lei da natureza, mas a morte não é o fim de tudo não encerra o nosso sofrimento após um suícidio. O espiritismo nos ensina que não temos o direito de destruir esse corpo que Deus nos deu para passarmos alguns anos aqui na terra para que possamos evoluir.

Quando o medo ou o desespero bater em nosso coração busquemos a Jesus, nosso irmão maior que responderá o nosso pedido de socorro através das nossas orações. A oração é o bálsamo consolador para todos os nossos tormentos, Ele sempre estará ao nosso lado para nos ajudar as dificuldades das nossas provas e dos nossos resgastes.

Se a dor é grande se o sofrimento é inevitável tenhamos fé e coragem pois amanhã será um novo dia e provavelmente teremos mais forças para lutar.  Oremos:

Dai-me Senhor

–Serenidade para aceitar o que não pode ser mudado;

– Coragem para mudar o que pode ser mudado;

– Compreensão para entender as diferenças;

Muita Paz

Quantos  de nós conhcemos nossos erros, nossas fraquezas e ainda assim, não conseguimos reagir. Sabemos que somos criticados pelos que estão à nossa volta e continuamos estagnados! Esses irmãos também em sofrimento não conseguem entender as dificuldades dos mais fracos.  Somente através da prece poderemos vencer as barreiras do medo e da estagnação.

Quantos de nós temos dificuldades de entender e aceitar as leis de Deus com serenidade e sabedoria, curvando as nossas cabeças diante das dificuldades da vida. Vivemos em mundo de provas e expiações onde Deus nosso Pai atende a muitos dos nossos pedidos, porém os fatos que fazem parte das leis divinas, ele não atende.

 Fatos que são necessários para o nosso desenvolvimento espiritual, e que não podem ser modíficados, mesmo através do uso  do nosso livre arbítrio. É importante buscarmos na prece a aceitação e a resignação,  pois fazem parte dos desígnos de Deus para nossa evolução espiritual.

Há fatos que não podemos modificar como: a finitude das nossas existências, doenças e perdas de entes queridos, são fatos que fazem parte da evolução do Espírito. O Espiritismo essa doutrina consoladora nos dá o alento necessário para superarmos as nossas dificuldades. ¨  Pois o Pai não nos dá um fardo maior,  do que aquele que  podemos suportar¨  Na certeza que dias melhores virão e que poderemos sim, com a ajuda dos ensinamentos do nosso Mestre Jesus superaremos o sofrimento.

Muita Paz

Sentir-se responsável pelo próprio sofrimento é algo muito difícil para nós seres humanos.Normalmente acusamos a vida, a sociedade. Assumirmos que somos vítimas é bem mais fácil. Aprendermos a nos desculpar dos nossos erros culpando aos outros, a nossa criação, nossos pais, o nosso passado.

Não percebemos que somos nós os donos do nosso destino, culpamos o nosso passado, e esquecemos que o presente determina o nosso futuro. Quando acreditamos ser vítimas da fatalidade, apontamos constantemente o mundo como culpado dos nossos infortúnios.

Nos defendemos  dos nossos sofrimentos das nossas  dificuldades, achando sempre culpados para nossos sofrimentos. Na realidade ninguém pode fazer-nos agir ou sentir sem a nossa permissão. Precisamos aprender a assumir o comando da nossa própria vida.

Ao invés de atribuirmos ao mundo e aos outros  as nossas derrotas e fracassos, lembremos que todos os seres tem as suas dificuldades e angústias, mas cabe a nós amenizá-las buscando o entendimento  para atingirmos as metas para dirigirmos a nossa própria existência.

Muita paz

Existem pessoas que afirmam terem uma grande dificuldade para chorar. Algumas, com certa 
 inveja, comentam sobre a facilidade de outras em demonstrar sentimentos através das lágrimas.

   Há quem acredite que as lágrimas são próprias da feminilidade, que atestam fraqueza, fragilidade.

   Lemos, recentemente a história de um pai que não conseguia chorar e foi surpreendido pela pergunta de seu filho de 5 anos:

  – Pai, por que nunca vi você chorar?

   Que poderia ele responder? Talvez fossem seus anos de raiva, tristeza e até alegria engolidas, que o impedissem de se expressar com lágrimas, ou talvez porque fora educado com os conceitos de que o homem não deve chorar.

   A verdade é que aquele pai sofria de problemas de depressão, com os quais lutava há tempos e somente respondeu:

  – Filho, lágrimas fazem bem para meninos e meninas. Fico feliz que você possa chorar sempre que está triste. Os pais, às vezes, têm dificuldade para mostrar como sentem. Talvez eu possa melhorar algum dia.

   Nos dias que se seguiram, o pai orou intensamente a Deus rogando por alguma coisa que o fizesse sentir-se melhor.

   Aproximava-se o Natal com todo seu encanto e magia. O diretor da escola perguntou se Patrick, o garoto de 5 anos, poderia cantar uma estrofe de uma canção Natalina, em um culto na igreja.

   Naturalmente, os pais se encheram de entusiasmo. O filho tinha pendores para a música.   Estudava piano desde os 4 anos de idade. Gostava de cantar.

   À medida que os dias iam sendo marcados no calendário, dando ciência da proximidade do evento, pais e filho começaram a ficar assustados.

   O menino começou a temer não conseguir. 

   O pai compareceu à cerimônia religiosa na véspera de Natal, com expectativas limitadas.

   Colocou-se no lugar do filho e imaginou que jamais ele enfrentaria um microfone e uma igreja com centenas de pessoas.

   O garoto, vestido de branco, aproximou-se do microfone e começou a entoar as notas uma a uma. Eram versos lindos que enchiam o espaço e os corações.

   O pai contemplou o menino e sentiu-se invadir por uma onda de ternura. O que seu filho cantava tinha sabor de eternidade, uma beleza sem par.

   Parecia-lhe que um anjo se corporificara ali, perante a congregação, para brindar a todos com um presente especial de Natal. Então, grossas lágrimas surgiram nos olhos daquele pai. A canção terminou e ele buscou o filho, ainda nos corredores.

   Ajoelhou-se, para ficar do tamanho dele e penetrou com o seu o olhar azul do filho.

 – Patrick, você se lembra de quando me perguntou por que nunca me tinha visto chorar?

   O menino afirmou com a cabeça.

 – Bem, estou chorando agora. Seu canto foi tão lindo que me fez chorar.

   O garoto sorriu, feliz, e atirou-se nos braços do pai, dizendo-lhe ao ouvido enquanto o estreitava fortemente:

  – Às vezes, a vida é tão bonita que a gente tem de chorar.

***

   Por temperamento nos retraímos em muitas circunstâncias, quando deveríamos exteriorizar os sentimentos que nos invadem.

   Todos detemos a capacidade dos melhores sentimentos de amor. Expressá-los, permitir que outros compartilhem das nossas emoções, das alegrias ou das dores que nos invadam o íntimo, é também exercício de humildade e fraternidade.

   Quando nos sentirmos tocar nas fibras mais delicadas de nosso ser, pela música, um gesto de carinho, uma conquista dos nossos pequenos, permitamo-nos a visita das lágrimas doces, expressão do amor que alimenta outros amores, sem vergonha, porque ninguém evolui realmente sem o cultivo dos sentimentos mais edificantes.

 (Texto Momento Espírita)

 

 

As questões referentes aos animais intrigam muitos espíritas. Entre tais questões, podemos destacar a seguinte: por que os nossos animais de estimação (cão, gato, etc.) sofrem? Nós sabemos que, fisiologicamente, eles possuem nervos e tudo mais, mas qual seria o objetivo da “dor” para os animais irracionais?

Por serem tidos como animais irracionais, isto é, por não raciocinarem como os seres humanos raciocinam, por tal razão, os animais não são dotados de livre-arbítrio (vide questão 595, LE), são amorais, não têm consciência, não sabem distinguir entre o certo e o errado e nem são dotados de outras faculdades ligadas à razão. Não obstante, segundo a Doutrina Espírita, o instinto, que é inerente a todos os animais irracionais, é uma forma de inteligência; nas questões 71, 73, 74 e 75. a) de O Livro dos Espíritos, encontramos a seguinte referência:

71. A inteligência é um atributo do princípio vital?

— Não; pois as plantas vivem e não pensam, não tendo mais do que a vida orgânica. A inteligência e a matéria são independentes, pois um corpo pode viver sem inteligência, mas a inteligência não pode manifestar-se por meio dos órgãos materiais: somente a união com o espírito dá inteligência à matéria animalizada.

Comentário de Kardec: A inteligência é uma faculdade especial, própria de certas classes de seres orgânicos aos quais dá, com o pensamento, a vontade de agir, a consciência de sua existência e de sua individualidade, assim como os meios de estabelecer relações com o mundo exterior e de prover às suas necessidades.

Podemos fazer a seguinte distinção: l.°) os seres inanimados, formados somente de matéria sem vitalidade nem inteligência: são os corpos brutos; 2.°) os seres animados não-pensantes, formados de matéria e dotados de vitalidade, mas desprovidos de inteligência; 3.°) os seres animados pensantes, formados de matéria, dotados de vitalidade e tendo ainda um princípio inteligente que lhes dá a faculdade de pensar

73. O instinto é independente da inteligência?

— Precisamente, não, porque é uma espécie de inteligência. O instinto é uma inteligência não racional; é por ele que todos os seres provêm às suas necessidades.

74. Pode-se assinalar um limite entre o instinto e a inteligência, ou seja, precisar onde acaba um e onde começa o outro?

—Não, porque eles freqüentemente se confundem; mas podemos muito bem distinguir os atos que pertencem ao instinto dos que pertencem à inteligência.

75. É acertado dizer que as faculdades instintivas diminuem, a medida que crescem as intelectuais?

— Não. O instinto existe sempre, mas o homem o negligencia. O instinto pode também conduzir ao bem; ele nos guia quase sempre, e às vezes mais seguramente que a razão; ele nunca se engana.

75. a) Por que a razão não é sempre um guia infalível?

— Ela seria infalível se não existisse falseada pela má educação, pelo orgulho e egoísmo. O instinto não raciocina; a razão permite ao homem escolher, dando-lhe o livre-arbítrio.

Comentário de Kardec: O instinto é uma inteligência rudimentar, que difere da inteligência propriamente dita por serem quase sempre espontâneas as suas manifestações, enquanto as daquela são o resultado de apreciações e de uma deliberação.

O instinto varia em suas manifestações segundo as espécies e suas necessidades. Nos seres dotados de consciência e de percepção das coisas exteriores, ele se alia à inteligência, o que quer dizer, à vontade e à liberdade.

Os animais podem não ter uma inteligência racional, como nos afirma a Espiritualidade Superior, mas tal fato não exclui a possibilidade deles terem almas, como se pode verificar nas seguintes respostas dadas a Allan Kardec:

597. Pois se os animais têm uma inteligência que lhes dá uma certa liberdade de ação, há neles um princípio independente da matéria?

       — Sim, e que sobrevive ao corpo.

597 – a) Esse princípio é uma alma semelhante à do homem?

       — É também uma alma, se o quiserdes: isso depende do sentido em que se tome a palavra; mas é inferior à do homem. Há, entre a alma dos animais e a do homem, tanta distância quanto entre a alma do homem e Deus.

As almas dos animais são inferiores às dos homens, ensina-nos os Espíritos Superiores, os animais não têm autonomia para escolherem, não são animais que pensam e que agem por sua livre vontade, não tem consciências, etc. Portanto, não se pode afirmar que os sofrimentos, as dores que os animais irracionais vivenciam servem para que eles repararem algo. Para os animais não existe expiação, não existem provas reencarnatórias, etc.  

Todavia, para nós que somos espíritos errantes, as dores e os sofrimentos são aprendizados que nos ajudam a progredir por meio de provas e expiações. Nós sabemos que os animais também progridem (vide questões 601 e 602, LE), mas não evoluem por força da vontade, já que são desprovidos de livre-arbítrio. De acordo com O Livro dos Espíritos, os animais progridem por força da natureza, pelo curso da mesma. Mas, será que as dores e os sofrimentos que os animais sentem, não são fatores que implicam no progresso deles? Será que os animais não estão aprendendo a lidar com as suas emoções, preparando-se um dia para entrar no reino hominal? Na verdade, o único animal que conhecemos um pouco mais e que compreendemos um pouco das suas faculdades é o ser humano. Entretanto, eis mais um questionamento: será que o comportamento humano pode servir de parâmetro para conhecermos mais os outros animais? São questões para se pensarem com cuidado e atenção.

Por fim, convido-os a estudarem as perguntas 592 a 609 de O Livro dos Espíritos, para conversamos ainda mais sobre este assunto ainda tão complexo e obscuro para nós.

Muita paz a todos!

ilzamaria@hotmail.com

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
Agosto 2017
S T Q Q S S D
« Maio    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 39 outros seguidores