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A  mágoa fere o nosso ego.   A mágoa pode surgir em qualquer nível da vida, na infância, adolescência, juventude, idade adulta e até na velhice. Bem no centro das nossas mágoas está um “sentimento de rejeição”. Quanto mais importante ou significativa for para nós a pessoa que nos magoou, maior será o nosso sentimento de ser rejeitado por ela.

Compreender a dor da mágoa e curá-la, depende de muita serenidade.Pois elas  são difíceis de serem arrancadas dos nossos corações. Quanto mais abrigamos  esse sentimento,  o mundo perde o colorido.  A pessoa, assim, torna-se um indivíduo fechado. Tem pouca alegria, porque a alegria se opõe a mágoa. Reconhecer a mágoa é abrir-se, mas algumas pessoas entendem que, fazendo isso, ficarão vulneráveis a novas mágoas. Assim, elas rejeitam essa possibilidade.Em Hebreus 12, 15 a Palavra de Deus nos diz:

“Tende cuidado que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.”

 Acontece que, ao invés de eliminarmos a dor, nós a   alimentamos. Assim, primeiro vem a ferida, aparentemente sem problemas. Segundo, a ferida é alimentada, colocada em banho-maria, lembrada (mágoa). Terceiro, aquela área começa a manifestar sinais de apodrecimento, expressando-se com reações negativas, com silêncios vingativos, respostas ríspidas, isolamento, agressões (ressentimento).

Ao final de tudo isso temos uma pessoa amargurada, cuja presença é evitada porque faz mal. Sempre que a mente se detém em lembranças desagradáveis, está abrindo caminho para que essa ferida se degenere em amargura.As pessoas que não conseguem exprimir suas mágoas, muitas vêzes, se vêem aprisionadas em padrões defensivos que passam a controlar as suas reações. Quando a dor de uma mágoa é armazenada, ela continua buscando se exprimir, mas as defesas impedem que ela o faça diretamente.

A mágoa reprimida pede para ser sentida em qualquer outro lugar. Assim, essas pessoas estarão desconfiadas, farejando coisas ocultas onde, absolutamente, não existe nada.É interessante observarmos que a mágoa nos mostra aquilo que é mais importante para nós, de forma mais clara do que qualquer outro sentimento. Isso acontece, especialmente, naquelas pessoas que têm menor defesa contra as mágoas.

 Nós jamais podemos aprender ou amadurecer de uma experiência que negamos, inclusive da experiência de sermos magoados. Pela sua própria natureza, a mágoa é difícil de se negar. A mágoa, magoa. Mas, se aceitarmos que somos vulneráveis e nos abrirmos para a cura dessa doença da alma , deixaremos de projetar uma imagem de perfeição, muito comum entre os cristão.

Mas, o nosso Mestre Jesus nos ensinou um remédio para tudo isso:  o perdão. Vimos que a mágoa, o ressentimento e a amargura trazem um verdadeiro tormento para a alma. Aquele que vive com amargura é prisioneiro de seu passado. Mas o perdão limpa os olhos e dá liberdade.

 Muita Paz

Dez gramas de juízo na cabeça.

Serenidade na mente.

Equilibrio no raciocínio

Elevação nos sentimentos.

Pureza nos olhos

Vigilância nos ouvidos.

Lubrificante na cerviz

Interruptor na lingua.

 

Amor no coração.

Serviço util e incessante nos braços,

Simplicidade no estomago.

Boa direção nos pés.

Uso diárioem temperatura de boa vontade.

                                                                               José Grosso

Muita Paz

Todo homem sábio é sereno. A serenidade é conquista que se consegue com esforço pessoal e passo a passo. Pequenos desafios que são superados; irritação que se faz controlada; desafios emocionais corrigidos; vontade bem direcionada; ambição freada, são experiências para a aquisição da serenidade. Um Espírito sereno já se encontrou consigo próprio, sabendo exatamente o que deseja da vida. A serenidade harmoniza, exteriorizando-se de forma agradável para os circunstantes. Inspira confiança, acalma e propõe afeição. O homem sereno já venceu grande parte da luta.

Que nenhuma agressão exterior te perturbe, levando-te à irritação, ao desequilíbrio. Mantém-te sereno em todas as realizações. A tua paz é moeda arduamente conquistada, que não deves atirar fora por motivos irrelevantes. Os tesouros reais, de alto valor, são aqueles de ordem íntima, que ninguém toma, jamais se perdem e sempre seguem com a pessoa. Tua serenidade, tua gema preciosa. Diante de quem te enganou, traindo a tua confiança, o teu ideal, ou envolvendo-te em malquerença, mantém-te sereno. O enganador é quem deve estar inquieto, e não a sua vítima. Nunca te permitas demonstrar que foste atingido pelo petardo da maldade alheia. No teu círculo familiar ou social sempre defrontarás com pessoas perturbadoras, confusas e agressivas. Não te desgastes com elas, competindo nas faixas de desequilíbrio em que se fixam.Constituem teste à tua paciência e serenidade. Assim exercita-te com essas situações para, mais seguro, enfrentares os grandes testemunhos e provações do processo evolutivo, sempre, porém, com serenidade.

  Joanna de Ângelis 

Texto enviado porLuiz Carlos Magladi

A paciência é uma virtude, que diz respeito à capacidade de tolerar contrariedades, dissabores, dores, infelicidades, etc. com resignação. Ou seja, um sujeito resignado é aquele paciente às contrariedades da vida; é aquele sujeito, que com calma e tranquilidade, consegue atravessar todas das dificuldades da vida material ou, se não consegue todas, boa parte dos obstáculos são vencidos com sabedoria e paz. Ainda mais, a paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados.

Não obstante, a paciência é uma virtude que só é conquistada com o transcorrer das eternas encarnações submetidas aos espíritos. A paciência, a paz, a tranquilidade, a serenidade, a quietude são valores espirituais que, definitivamente, só iremos conseguir através das provas e expiações experimentadas no decorrer da nossa evolução. Não é a toa que devemos, em primeira instância, agradecer a Deus pelas dificuldades que são colocadas para nós, afinal, tais dificuldades nada mais são do que aprendizados. Nada mais são do que “passaportes” para as bem-aventuranças, para as virtudes. No Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo IX, item 7, encontramos a seguinte passagem:

A dor é uma benção que Deus envia aos seus eleitos. Não vos aflijais, portanto, quando sofrerdes, mas, pelo contrário, bendizei a Deus todo poderoso, que vos marcou com a dor neste mundo, para a glória no céu.

Sede paciente, pois a paciência é também caridade, e deveis praticar a lei de caridade, ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste em dar esmolas aos pobres é a mais fácil de todas. Mas há uma bem mais penosa, e conseqüentemente bem mais meritória, que é a de perdoar os que Deus colocou em nosso caminho para serem os instrumentos de nossos sofrimentos e submeterem à prova a nossa paciência.

A vida é difícil, bem o sei, constituindo-se de mil bagatelas que são como alfinetadas e acabam por nos ferir. Mas é necessário olhar para os deveres que nos são impostos, e para as consolações e compensações que obtemos, pois então veremos que as bênçãos são mais numerosas que as dores. O fardo parece mais leve quando olhamos para o alto, do que quando curvamos a fronte para a terra.

Coragem, amigos: o Cristo é o vosso modelo. Sofreu mais que qualquer um de vós, e nada tinham de que se acusar, enquanto tendes a expiar o vosso passado e de fortalecer-vos para o futuro. Sede, pois, paciente, sede cristãos: esta palavra resume tudo.

A paciência, portanto, é o amparo destinado aos nossos obstáculos! A paciência significa persistir sem cansaço e lutar para alcançar o triunfo definitivo pelo caminho do amor; diante das dificuldades, face aos infortúnios da nossa vida, perante as dolorosas passagens de nossa existência planetária, que precisamos resgatar, a paciência surge para nos acalmar, para nos consolar e nos esclarecer. O importante é não nos arrojarmos no desespero, afinal, todas situações que produza circunstâncias boas ou más, são transitórias pelo caminho da nossa existência. Tenhamos Paciência, seja qual for a dor que estejamos enfrentando! Confiemos em Deus e em sua Justiça! Tudo Passa!

 

Não há problema que não possa ser solucionado pela paciência. (Chico Xavier)

 

Muita paz a todos!

Eis aí uma virtude que o meu espírito carece. Creio que precisarei de outras mais encarnações para aprender ser uma pessoa serena…

Mãe, fez bem ter comentado sobre a serenidade; o tema serenidade é muito importante e às vezes vem carregado de obscuridades. Muitas pessoas acham que a paz espiritual, isto é, a serenidade, significa a ausência de problemas ou de obstáculos. O que não tem nada a ver, afinal, os problemas e os obstáculos são nossas oportunidades de aprendizado e de iluminação interior e devem ser reconhecidas. Nesse sentido, o teólogo norte-americano e protestante Reinhold Niebuhr escreveu a oração da serenidade. Em sua parte básica, mais conhecida popularmente a oração diz assim: “Concede-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que eu posso e sabedoria para distinguir uma das outras”. Nessa oração podemos destacar quatro virtudes ou comportamentos básicos essenciais para a aquisição do equilíbrio e da harmonia com o mundo em que vivemos: serenidade, aceitação, coragem e sabedoria. Diante de sua realidade, o homem pode buscar duas situações: satisfazer suas necessidades considerando como valor as coisas do mundo material, ou colocando seu ponto de vista nos valores do espírito. Podemos então escolher entre buscar a paz do mundo ou construir a paz do Espírito, ou a paz que o Cristo nos deixou.

Beijos!

(A.C.L.B)

Certa ocasião alguém pediu a dois pintores que retratassem em suas telas algo que pudesse representar a serenidade. Algo que expressasse a serenidade do ser. O primeiro artista pintou em sua tela uma belíssima paisagem: um dia maravilhoso, o verde da vegetação enfeitado pelo colorido das flores, pássaros voando e um rio correndo suavemente.

O segundo artista retratou em sua tela uma forte tempestade, raios brilhando no céu, trovões, ventania e muita chuva. E sobre uma árvore um ninho de pássaros onde calmamente os filhotes eram aquecidos, sem mostrarem alteração nenhuma com o que estava acontecendo na natureza.

Entendemos que o segundo artista quis nos mostrar que a serenidade do ser não é um fator externo. A serenidade está dentro de cada um, não importante o que está externos ao nosso ser.

A serenidade faz parte do nosso processo evolutivo. Somos criaturas em aprendizado e buscamos uma vida harmoniosa, embora vivamos muitas vezes na inquietação e a ela nos acomodamos. Para muitas pessoas, o equilíbrio do ser é algo inatingível. Entretanto, não é bem assim como comumente se entende, afinal, o homem sereno também é um ser em evolução e possivelmente passará por provas e expiações como todos nós. Passar por provas e expiações enquanto encarnados faz parte de todos nós, espíritos em evolução. Ora, se fôssemos perfeitos não estaríamos aqui compartilhando o mesmo mundo com os demais. Estaríamos em mundos mais adiantados.

Caminhemos sem medo, enfrentemos as nossas quedas com coragem, com fé, aceitando que Deus sabe o que é melhor para cada um de nós. Busquemos o equilíbrio e a serenidade nos ensinamentos do nosso Mestre Jesus. Somos espíritos libertos, com direito de exercer o nosso livre-arbítrio, com todas as delícias e tormentos, pois tudo que acontece na nossa vida é um aprendizado e nos ajuda a evoluir.

Para encontrarmos o equilíbrio e a serenidade, é preciso compreender e vivenciar cada vez mais os ensinamentos do Mestre Jesus.  Certa ocasião, disse Gandhi: “se todos os livros do mundo fossem destruídos e só restassem os escritos do ‘Sermão da Montanha’, a humanidade teria à sua disposição um conjunto de ensinamentos que levaria a felicidade e a libertação”.

Para os cristãos, todo este arcabouço de ensinamentos deixados pelo nosso Irmão Maior Jesus Cristo é a mais consoladora herança deixada para a Humanidade. Tal herança deve ser implantada em nossas vidas e em nossos espíritos. Posteriormente, Allan Kardec e a Espiritualidade Superior, orientados pelo Espírito da Verdade, nos recomendaram: “Espíritas, amai-vos e instruí-vos” (vide a obra Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI).

Muita paz a todos!

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
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