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Chico Xavier conta que certa ocasião, sua mãe lhe apareceu e o aconselhou a usar a água da paz, quando fosse provocado. Até   porque muitas vezes dizemos algo que não gostaríamos. Disse ela: quando alguém lhe disser algo desagradável,  beba um pouco de água e a conserve na boca . Não joque fora nem engula. Enquanto perdurar a tentação de responder manteha a água na boca.

Comprendeu a lição de humildade e silêncio que sua mãe lhe dera. Logo após esse episódio, sentiu o braço pesado, tomou o lápis e recebeu a seguinte mensagem:

Casemiro Cunha ¨Poeta fluminense¨

Meu amigo, se desejas

Paz crescente e guerra pouca,

Ajuda sem reclamar

E aprende a calar a boca.

E o espírito comunicante se identificou como: Casimiro Cunha

Muita Paz

 

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O dirigente de uma casa Espírita deve dar o exemplo para os demais participantes. Em princípio ele será dirigente  apenas por algum tempo,  logo será substituido, e a sua maneira de trabalhar influenciará os que lhe sucederão. Nas Casas Espíritas   várias pessoas atuam  na busca  do  mesmo objetivo, que é a busca da verdade e a ajuda ao seu próximo. E quando forma um grupo  há necessidade  de  um dirigente.

É importante que os dirigentes estimulem o grupo para que as atividades da casa, para que estas  se realizem dentro de um clima de harmonia e ordem, além de conhecer a doutrina o dirigente precisa ter a mesma conduta dentro e fora da instituição. U ma das virtudes importante para este cargo é saber ouvir os seus companheiros de trabalho.  

¨O Evangelho manual do dirigente ¨

Sem a intenção de ensinar o que ainda está aprendendo o dirigente deve ser democrático sem ser permissivo, sincero sem ferir os sentimentos alheios, conviver com as diferenças e aprender a aceitar críticas sem ficar ofendido. Em Mateus  Capítulo 20 Vv. 20 a 28, Jesus ensina que a liderança é não querer ser o maior, mas servo dos demais.

O dirigente Espírita deve aproveitar o seu tempo de liderança para ensinar o que sabe,  e humildade para  aprender o que ainda não sabe, pois a vida aqui no nosso planeta de provas e expiações é um grande aprendizado, e quando  estão  juntos com a mesma intenção, todos tem algo a ensinar uns aos outros .

Muita Paz 

Recebi esse texto do meu amigo Getúlio Profeta e achei muito esclarecdor para nós que muitas vezes não entendemos a revolta dos nossos irmãos mais necessitados que nós.

  Quando eu participava de um grupo em uma casa espírita, todos os meses doávamos alimentos para compor cestas básicas que eram distribuídas às famílias carentes da comunidade. A cada mês, um grupo se encarregava de trazer arroz, outro, feijão, e assim por diante, a fim de que se compusesse a cesta. Em determinado mês, coube ao meu grupo trazer café. Nada poderia ser mais simples: um quilo de café, não importava a marca. No entanto, a coordenadora nos alertou: “Combinem entre vocês para trazerem apenas café em pó ou café solúvel. Porque as pessoas reclamam que receberam de um tipo e as outras de outro. Então, melhor que seja tudo igual.” Por muito tempo, refleti sobre isso. As famílias eram carentes, recebiam cestas de alimentos que com certeza supriam suas necessidades imediatas. Então por que reclamavam? Afinal, não pagavam nada! Um dia, me caiu nas mãos um livro, intitulado “Trapeiros de Emaús”. Contava a história de uma comunidade iniciada por um padre, para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”. Um trecho me chamou a atenção. O padre contava suas experiências em caridade. Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses,doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. O pai era médico, mas como já havia quem atendesse às pessoas nesse setor, ele se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera. O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. Exigiam tal ou tal corte e às vezes quando iam embora, xingavam o pai porque não haviam gostado do corte. Mas o pai tinha uma paciência infinita, tentava atender ao que lhe pediam e jamais revidava as ofensas, chegando até mesmo a pedir desculpas, quando alguém não gostava do trabalho que ele realizara. Então, um dia, o menino perguntou ao pai por que ele agia assim. E porque as pessoas reclamavam de algo que recebiam de graça, que não teriam de outra forma.”Para essas pessoas, disse o pai, receber é muito difícil.. Elas se sentem humilhadas porque recebem sem dar nada em troca. Por isso elas reclamam, é uma maneira de manterem a autoestima, de deixar claro que ainda conservam a própria dignidade”. “É preciso saber dar, disse o pai. Dar de maneira que a pessoa que recebe não se sinta ferida em sua dignidade.” Depois li um livro de Brian Weiss em que ele contava que uma moça estava muito zangada com Deus. A mãe dela morrera, depois de vários anos de vida vegetativa, sendo cuidada pelos outros como um bebê indefeso. “Minha mãe sempre ajudou os outros, nunca quis receber nada, não merecia isso”, dizia ela. Então, ela recebeu uma mensagem dos Mestres: A doença de sua mãe foi uma bênção, ela passou a vida ajudando os outros, mas não sabia receber. Durante o tempo da doença, ela aprendeu. Isso era necessário para a sua evolução. Depois de ler esses dois livros, comecei a entender a atitude das pessoas que reclamavam do que recebiam nas cestas básicas. Comecei também a refletir sobre essa frágil e necessária ponte entre as pessoas que se chama “Dar e receber”. Quando ajudamos alguém em dificuldade, quando damos alguma coisa a alguém que a necessita, seja material ou “imaterial”, estamos teoricamente em posição de superioridade. Somos nós os doadores, isso nos faz bem e às vezes tendemos a não dar importância à maneira como essa ajuda é dada. Por outro lado, quando somos nós a receber, ou nos sentimos diminuídos, ou recebemos como se aquilo nos fosse devido. E quantas vezes fizemos dessa ponte uma via de mão única? Quantas vezes fomos apenas aquele que dá, aparentemente com generosidade, mas guardando lá no fundo nosso sentimento de superioridade sobre o outro? Ou esperando sua eterna gratidão. E recusamos orgulhosamente receber, porque? Não precisamos de nada, nem de ninguém?? Ou porque temos vergonha de mostrar nossa fragilidade, como se isso nos fizesse menores aos olhos dos outros. E quantas vezes fomos apenas aquele que tudo recebe, sem nada dar em troca, egoisticamente convencidos de nosso direito a isso? A Lei é “dar com liberalidade e receber com gratidão” ensina São Paulo. Que cada um de nós consiga entender as lições de “Dar e receber e agradeça” a Deus as oportunidades de aprendê-las.

Texto de Tania Vernet

Muita Paz

Segundo a Bíblia, Deus criou o homem segundo à sua semelhança. Com essa revelação o homem sempre se considerou o ser mais impotante do universo. O restante dos animais estariam na terra apenas para nos servir.

Muito tempo depois Nicolau Copérnico, nos mostra que a terra não é o centro do Universo,  simplesmente mais um planeta em torno do sol, e hoje a ciência já afirma que nem o sol é o centro do universo.

¨ O Homem e o Macaco ¨

Em 1859, foi a vez de  Charles Darwin, demonstrar que as espécies evoluem  e que nós somos também uma consequência  deste processo. Com isso o homem deixou de ser a criatura  mais importante  da terra e passou a ser possivelmente, ¨descendente do macaco¨.

Duas correntes receberam a notícia  de maneira diferente, os criacionistas não aceitaram a idéia e os evolucionistas receberam como uma consequencia  natural da lei do progresso.

E Allan Kardec concluiu:

Da semelhança, que há,  de formas exteriores entre o corpo do homem e do macaco, concluiriam alguns fisiologistas que o primeiro é penas uma transformação do segundo. Nada  há de impossível, nem o que, se assim, for afete a dignidade do homem.

Bem pode dar-se que corpos de macacos tenham servido de vestiduras aos primeiros Espíritos humanos,  forçosamente pouco adiantados, que viessem encarnar na terra, sendo essa vestidura mais apropriadas ás suas necessidades e mais adequadas ao exercício de suas faculdades, do que no corpo  de outro qualquer animal.

Em vez de se fazer para o Espírito um involucro especial, teriam achado um já pronto. Vestiu-se então da pele do macaco, sem deixar  de ser espírito humano, como o homem não raro se reveste da pele de certos animais, sem deixar de ser homem.

Até porque a aproximação genética entre o homem e o macaco é pequena. Hoje sabemos que existem muitas espécies de animais com inteligência avançada. Até mesmo o amor entre os corvos, pois criam laços duradouros com seus parceiros, chegando até ficar de luto após a morte de um dos dois.

Na questão 593 em ¨O Livro dos Espíritos ¨Kardec pergunta a espiritualidade:

Poder-se-á dizer que os animais só obram por instinto?

Resposta: Ainda aí há um sistema. É verdade que a maioria dos animais dominam o instinto. Mas, não vês que muitos obram denotando acentuada vontade?  E que tem inteligência, embora limitada.

Há animais cuja inteligência chega perto do homem. É o caso dos orangotangos, que  observam e chegam a enganar o homem, e os chimpanzés se reconhecem no espelho. Concluimos que precisamos ser mais humildes, pois todos somos espíritos em evolução.

Muita Paz

                                           – RIE –  

 A fé raciocinada  é um dos principios básicos da Doutrina Espírita.  No ¨O Evangelho Segundo o Espiritismo ¨ o capítulo XIX, estuda sobre a fé, Fala do poder da fé que remove montanhas, que são as montanhas morais que existe entre as criaturas. Diz também que ¨A  fé é sincera é sempre calma¨, explica que a fé na luta é sempre um sinal de perseverança e confiança. A fé age nos fluidos sobre a matéria.E a condição da¨ Fé inabalável é que somente ela encara de frente a razão em todas as épocas da humanidade¨

 

Na visão de Cairbar Schutel, uma das passagens evangélicas que mais demonstram a fé,  é a passagem entre  Jesus e o Centurião, nessa passagem Jesus é interpelado por um Centurião, quando entra em Carfarnaum,  – ¨Senhor em minha casa jaz o meu criado paralítico –  Jesus respondeu-lhe eu irei curá-lo. O Centurião humildemente disse: Eu não sou digno de recebê-lo em minha casa,  diga apenas uma palavra e meu criado será curado, foi por causa desta fé, que o Mestre justificou dizendo: ¨Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel achei tamanha fé¨.

Cairbar classificou esta fé do Centurião como ¨Fé raciocinada¨ Pois ele era uma autoridade e seus soldados faziam o que ele mandava, e Jesus com sua autoridade moral,  poderia mandar um dos seus apóstolos curar o seu criado, sem necessidade de ir até sua casa.

Não tenhamos dúvidas que Jesus aprovou a fé raciocinada. Por isso os Espíritos Superiores,  ensinaram que a verdadeira fé,  compreende todas as coisas e que é única capaz sobreviver ao progresso da razão em qualquer época.

Muita Paz

Um lavrador morava com seus dois filhos. Certo dia seus filhos lhe pediram permissão para conhecerem a cidade grande e encontrarem a felicidade.

O pai ficou triste, mas permitiu que seus filhos fossem conhecer o mundo e os orientou da seguinte maneira:

Meus filhos, há dois caminhos para chegarem a cidade: um vai pelas montanhas e o outro atravessa o vale. O caminho da montanha é aspero, cheio de acidentes porém é mais perto. Enquando que o caminho que atravessa o vale é largo, plano, mas muito longo.

O filho mais velho seguiu pela manontanha e o mais jovem seguiu palo caminho do vale.

O caminho das montanhas era muito perigoso, tinha abismos, etc. Ele machucou-se, mas conseguiu transpor os obstáculos. Chegou à cidade e logo encontrou trabalho e bem estar. O caminho do vale, havia sombra, água fresca, taberna, vinho e muita diversão. E o jovem caminhava devagar.

Muitos anos se passaram e o caminho parecia não ter fim.  Já bem mais velho, com seus cabelos brancos, mãos trêmulas e cansado, ele conseguiu chegar à cidade.

O caminho da montanha representa  a vida material!  Nele precisamos vencer o egoísmo, a prepotência, a vaidade, o orgulho e muitos outros defeitos que possuímos.  E se conseguirmos transpôr todos os obstáculos, alcançaremos  o caminho da luz.

O caminho do vale representa a longa estrada dos instintos grosseiros e das nossas imperfeições, nos levando a adiar a nossa evolução.

Olhemos para dentro de nós, como juízes inflexíveis, e lavemos dos nossos espíritos o orgulho, a vaidade, os impulsos odiosos. Perdoemos aos nossos inimigos e voltemo-nos  para os nossos semelhantes cheios de amor e de boa vontade.

Façamos um esforço supremo para dominar as nossas más tendências e que possamos entender e praticar os ensinamentos do nosso Mestre Jesus.

Boa semana e muita paz a todos!

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
Outubro 2017
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