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Quantos  de nós conhcemos nossos erros, nossas fraquezas e ainda assim, não conseguimos reagir. Sabemos que somos criticados pelos que estão à nossa volta e continuamos estagnados! Esses irmãos também em sofrimento não conseguem entender as dificuldades dos mais fracos.  Somente através da prece poderemos vencer as barreiras do medo e da estagnação.

Quantos de nós temos dificuldades de entender e aceitar as leis de Deus com serenidade e sabedoria, curvando as nossas cabeças diante das dificuldades da vida. Vivemos em mundo de provas e expiações onde Deus nosso Pai atende a muitos dos nossos pedidos, porém os fatos que fazem parte das leis divinas, ele não atende.

 Fatos que são necessários para o nosso desenvolvimento espiritual, e que não podem ser modíficados, mesmo através do uso  do nosso livre arbítrio. É importante buscarmos na prece a aceitação e a resignação,  pois fazem parte dos desígnos de Deus para nossa evolução espiritual.

Há fatos que não podemos modificar como: a finitude das nossas existências, doenças e perdas de entes queridos, são fatos que fazem parte da evolução do Espírito. O Espiritismo essa doutrina consoladora nos dá o alento necessário para superarmos as nossas dificuldades. ¨  Pois o Pai não nos dá um fardo maior,  do que aquele que  podemos suportar¨  Na certeza que dias melhores virão e que poderemos sim, com a ajuda dos ensinamentos do nosso Mestre Jesus superaremos o sofrimento.

Muita Paz

Todos fomos criados simples e ignorantes como é explicado  em ¨ O Livro dos Espíritos ¨ nas perguntas 133 e 804.  Porém a medida que evoluimos percebemos o certo e errado e começa então a nossa trajetória para a evolução. E de encarnação em encarnação vamos evoluindo, resgatando nossos débitos, e  procurando o caminho certo.

Usando o nosso livre arbitrio muitas vezes usamos a mentira para sobreviver, e  com essa conduta,  adquirimos  sofrimentos para essa existência e  débitos para as futuras. Chega um momento que entendemos  que mentir não traz a felicidade almejada, e que  realmente precisamos corrigir os nossos defeitos . Só  que   ninguém deve condenar-se pelo passado alimentando complexos de culpa.

Compreendemos que  erramos. que  mentimos muito, que  agimos como crianças  que caem e  levantam antes de realmente aprenderem   a andar.  ¨Assim como uma gota  de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor  que seja , estraga toda a nossa vida ¨  – Gandhi.

Se aceitarmos nos nossos corações esse axioma, começaremos a trabalhar para o nosso engradecimento, praticando a lei do amor , da justiça e da caridade. Não precisamos da mentira para sermos aceitos, para sermos amados e respeitados, devemos  agir com a verdade em todos os momentos da nossa vida.

O caminho é começarmos a realizar a nossa reforma íntima para sermos aceito, como realmente somos, sem usar artifícios para sermos amados. Sejamos verdadeiros sempre usando o Sim! Sim! e o Não! Não! Assim não precisaremos mentir na ilusão de sermos amados.

Muita Paz

A culpa é um sentimento obtido pelo sujeito após uma reavaliação de um comportamento passado e tido como reprovável pelo próprio, e que causa grandes sofrimentos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde apenas 1% da população mundial não sente culpa. Mas, infelizmente, este 1% diz respeito aos nossos irmãos sociopatas.  

Claro que esse sentimento é variável e subjetivo, muitas vezes nos sentimos responsáveis por culpas que não são nossas, exemplo: algumas pessoas sentem culpas de algo que fizeram ou que foram imputados a elas durante a infância. Assumirmos a responsabilidade dos nossos atos depende da compreensão que possuímos quando este foi praticado.

Por vivermos em sociedade, onde o remorso é um dos sentimentos que servem para garantir o respeito às regras sociais e morais, incorporamos esse processo comportamental de tal forma que nos sentimos responsáveis pela felicidade daqueles que nos cercam.

Deus, nosso Pai, nos deu através do livre-arbítrio a liberdade e a inteligência para distinguirmos o certo e o errado e esta faculdade nos dá a oportunidade de regularmos as nossas ações.

Uma pessoa fragilizada pela culpa não tem forças para amar a si mesma, como conseguirá amor ao seu próximo? E não conseguindo, sente-se culpada. Oras, só podemos salvar alguém que está se afogando se soubermos nadar, caso contrário vamos os dois morrer afogados. E, provavelmente, quem não conseguiu salvar e que não tinha outros meios para ajudar àquele que estava se afogando, possivelmente vai sentir culpa, mesmo por uma situação que não conseguiria resolver sozinho.

Joanna de Ângelis no livro Conflitos Existenciais, diz:

Que há uma culpa saudável! E que esse sentimento deve ser encarado com responsabilidade. Por que todos nós cometemos erros e alguns até graves.

E que o antídoto para a culpa é o auto perdão, e que a paz e a culpa podem conviver juntas, que ajuda no exercício da compreensão da própria fraqueza.

E principalmente que a coragem de pedir perdão e a capacidade de perdoar são dois mecanismos terapêuticos libertadores da culpa.

Muita Paz a todos!

ilzamaria@hotmail.com

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
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