You are currently browsing the tag archive for the ‘Amor ao próximo’ tag.

Vivemos em um tempo em que as criaturas humanas poucos amigos tem, e quando tem não querem expor suas dúvidas, suas tristezas e muito menos contar os seus segredos com medo de serem julgados. Em muitas cidades existe o CVV ( Centro de valorização da vida) um trabalho de utilidade pública e fraternal em que as pessoas através do telefone podem falar das suas angustias e das suas tristezas sem serem criticados.

Hoje muitas casas Espíritas fazem o trabalho de ouvir um irmão seja para falar das suas angustias ou mesmo desabafar um segredo que  oprime o oração, sem medo de ser julgado, sendo recebido com empatia e grande amor fraterno. Pessoas que sentem-se não entendidas pelos seus familiares que necessitam atenção e serem respeitadas como são, sabendo que seus segredos jamais serão revelados.

 

¨Casa Espírita ¨

¨Casa Espírita ¨

Os irmãos que procuram a Casa Espírita para um atendimento fraterno, não serão investigados qual sua religião sua classe social ou cultural, apenas é um ser humano que quer desabafar suas tristezas. O atendente espírita não dará conselhos de como cada um deve agir, pois sabe  que cada um tem o seu livre arbítrio, apenas o consolo através dos ensinamentos do nosso Mestre  Jesus.

¨Façamos ao nosso semelhante aquilo que gostaríamos que nos fizessem¨ Palavras de Jesus Cristo

Muita Paz 

Anúncios

¨  Amareis o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração, de toda vossa alma e de todo vosso Espírito ¨  é o maior e o primeiro mandamento; e eis o segundo :  ¨Amareis vosso próximo como a vós mesmos. ¨ – Mateus, 22:34-40 . Fazei ao teu próximo tudo o que quereis que eles vos façam. Tratai  todos da mesma forma que quereis  que ele vos tratassem, Mateus 7:12 – Lucas 6:31

Perdoar sempre

Um homem apresentou-se ao rei  para pedir clemência pois não tinha condições de saudar sua dívida que era de dez mil talentos, e a solução dada pelo rei  foi a seguinte:  Venda sua mulher e seus filhos e tudo que tiver  e pague sua dívida. O devedor lançou-se aos seus pés  suplicando-lhe:

 – Tende um pouco de paciência  e eu lhe pagarei totalmente. o rei teve compaixão e isentou-lhe da dívida.  O homem mal tendo saído, encontrou um dos seus companheiros que também lhe era devedor, o tomou pela garganta e lhe disse: Paga o que me deve. O devedor lançou-se aos seus pés pedindo-lhe um pouco de tempo pois iria lhe pagar.

Mas o homem nem quis escutar, mandando-o prender até que pagasse o que lhe devia. Seus companheiros imediatamente foram contar ao rei o que viram,  O rei mandou que o homem fosse levado a sua presença e disse-lhe: Eu vos isentei do que me devias e tu não tiveste piedade do teu devedor?

Encolerizado o rei mandou entregar o homem aos carrascos, até que pagasse as suas dívidas. Com que direito podemos exigir dos nossos semelhantes  procedimentos de indulgência, caridade e benevolência se não praticarmos estas virtudes. Quando o ser humano tomar por norma de conduta,  o amor, o perdão,  isto é,  a verdadeira fraternidade, reinará   entre  os homens a paz e a justiça.    Nascerá a concórdia mútua e um mundo mais evoluido.

Muita Paz

Jesus nosso Mestre veio para ensinar a verdade a todos os homens, mas percebeu  que foram  os pequenos e os simples que se interessaram por suas revelações. Os homens cultos não demonstraram nenhum interesse pelos seus ensinamentos.

Eram orgulhosos e acreditavam ser superiores as revelações divinas. Os que ouviam o Mestre eram pessoas simples porém bem mais evoluídas moralmente abertos as novas verdades  que tinham verdadeiramente ¨olhos de ver ¨.

Hoje, muitos de nós ainda agimos da mesma maneira que os ¨ cultos ¨daquele tempo,  ainda nos sentimos superiores mostrando que não temos maturidade evolutiva, cremos em Deus conhecemos os ensinamentos do Mestre mais a nossa vaidade não nos permite encontrar a serenidade dos pequenos e simples.

Os simples são as pessoas que não se deixam levar pela vaidade,  pelo orgulho  não se envolvem em métodos extravagantes  usam a lógica a fé raciocinada e o bom senso. São aqueles  que não propagam os ensinamentos religiosos cercados de pompas e não exaltam o próprio ego.

Muitos de nós  acreditamos sermos  ¨sábios ¨ donos da verdade e não aceitamos  nenhum tipo de crítica. Usamos máscaras dependendo da posição que ocupamos  em nosso  meio.

  ¨ Os sábios ¨ estão em todos os lugares  dentro dos seus  lares, no ambiente de trabalho, nas casas religiosas independente do seguimento. São os nossos irmãos preconceituosos alegam sempre que Deus e a religião estão ao seu lado.  Afirmando as suas verdades esquecem das verdades do nosso Mestre Jesus Cristo  quando nos passou um dos maiores ensinamentos de  respeito e  de amor.

¨ Não façamos ao nosso irmão, aquilo que não gostaríamos que nos fizessem¨  

Deus nosso Pai ama a todos os seus filhos bons ou maus, ricos ou pobres, iguais e diferentes de nós. Ele não condena nenhum dos seus filhos ao sofrimento eterno. Ele nos dá todas as oportunidades que precisarmos para nos tornamos bons e alcançarmos a plenitude.

Muita Paz

 É o tipo de passe em que a pessoa doa apenas seus fluidos, utilizando a força magnética existente no próprio corpo espiritual. Pelo menos em tese, qualquer criatura pode ministrá-lo. Suas qualidades variam segundo a condição moral do passista, sua capacidade de doar fluidos e seu desejo sincero de amparar o próximo.

No passe magnético, geralmente se recebe assistência espiritual. Como vimos, isso acontece porque os Espíritos superiores sempre ajudam aqueles que, imbuídos de boa vontade, atendem aos mais carentes. Lembramos aqui, que o socorro dos Benfeitores é independente da crença que o passista ou magnetizador possa ter em Deus ou na Espiritualidade. Os Espíritos disseram a Allan Kardec, em “O Livro dos Médiuns”, questão 176:

 Transmitidos pelo médium que doa de seus próprios fluidos, de sua própria força irradiante, de suas energias fluídicas. Magnetizador é aquele indivíduo saturado de fluido vital e que através da vontade – atributo essencial do espírito – usa seu fluido magnético, atua sobre ele, dando-lhe as qualidades necessárias.

No caso do passe magnético não é o fluido dos espíritos desencarnados, apenas eles atuam fortalecendo a vontade do doador.Pesquisando as teorias kardequianas, vamos encontrar na Revista Espíritaano VIIjaneiro de 1864página 7, importante estudo, que elucida um pouco mais o assunto:

 “…Em geral o que magnetiza (passista) não pensa senão em desdobrar essa força fluídica, derramar seu próprio fluido sobre o paciente submetido aos seus cuidados. Sem se ocupar se há ou não uma Providência interessada no caso, tanto ou mais que ele. Agindo só, não pode obter senão o que a sua força, sozinha, pode produzir; ao passo que os médiuns curadores começam por elevar sua alma a Deus e a reconhecer que, por si mesmos, nada podem… Esse socorro que envia são os bons Espíritos que vêm penetrar o médium de seu fluido benéfico que é transmitido ao doente… e que são devidas simplesmente à natureza do fluido derramado sobre o médium. Ao passo que o magnetizador (passista) ordinário se esgota, por vezes em vão, a fazer passes, o médium curador infiltra um fluido regenerador pela simples imposição de mãos, graças ao concurso dos bons Espíritos”.

Muita Paz

Ser espirita – é ser clemente,

É ter a alma de crente,

Sempre voltada por bem.

 

– É ensinar ao que erra,

E, entre os atrasos da Terra,

Não fazer mal a ninguém;

 

– É sempre ter por divisa.

Tudo que é nobre e suaviza.

O pranto, a dor, a aflição;

E, fazendo a Caridade,

 

Evitar a orfandade

O abismo da perdição.

Em Deus é ter sempre crença

Profunda, sincera, imensa,

Consubstanciada na Fé.

 

É guardar bem na memória.

Os bons conselhos e a glória

De Jesus de Nazaré.

É perdoar a injúria

É suavizar a penúria

De quem já não tem um pão,

 

E se tornar complacente.

Para o inimigo insolente,

Tendo por lema – o perdão.

 

Ser espírita – é ser clemente,

É ter a alma de crente

Sempre voltada pro bem.

 

– É ensinar ao que erra,

E, entre os atrasos da terra,

Não falar mal de ninguém.

 

Euripedes Barsanulfo.

Poesia enviada pelo meu amigo Rodrigo Ornelas

Jesus Cristo o nosso Mestre,  que veio à terra  para  ensinar o amor, não trouxe do Pai nenhuma definição de qual seria a melhor religião,  qual a crença que nos levaria até ele. Nos foi ensinado que devemos seguir as leis de Deus. Com isso  a qualquer momento podemos nos sentir identificado com uma crença religiosa.

¨A melhor religião é o Amor ao próximo¨

Valorizar a fé, e  principalmente não fazer  ao nosso próximo, aquilo que  não gostariamos que nos fizessem. Outro ponto importante é   reconhecer os nossos erros e lutar para não repetí-los.  Dessa forma  estaremos nos esforçando para  respeitar as leis de Deus. Respeitar a religião do nosso irmão, buscando compreender o ensino de cada crença.  È um exercício  importante, para  praticarmos a nossa reforma intima.

É importante estudar,   pesquisar e perceber onde está o nosso  coração. Cada um de nós estamos na religião que precisamos neste momento. Deus é o Criador do Universo, Pai amoroso e justo,  e jamais condenaria seus filhos amados por pertencer a essa ou aquela religião. O importante  é observar como praticamos  a nossa religião.

O maior ensinamento de Jesus está na máxima: ¨Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo¨

Muita Paz

¨ Perdoai as nossas ofensas, assim como perdoamos aqueles que nos ofenderam ¨ quando pronunciamos estas palavras na oração do ¨Pai Nosso¨ estamos pedindo perdão ao pai e estamos prometendo perdoar os que nos fizeram sofrer. Perdoar é corrigir as nossas energias que foram contaminadas pela mágoa dos que nos fizeram mal.  Perdoar é harmonizar os nossos pensamentos.

O Perdão é a renovação das energias danificadas. Ninguém consegue perdoar o outro,  se não perceber que seu coração está cheios de energias negativas. Perdoar é amar ao seu próximo como a si mesmo, e amar é uma necessidade urgente para encontrarmos a  serenidade. 

 A Doutrina Espírita através dos ensinamentos do Mestre Jesus nos ensina a perdoar, não apenas uma vez, mas setenta vezes sete a cada ofensa, isto praticamente é perdoar sempre. Enquanto o ser não despertar para o valor do perdão, não conseguirá enxergar as luzes da caridade e do amor.

E somente o amor pode  dar essa alegria.  É preciso amar para aprender a perdoar  e não cultivar dentro do  coração as vibrações doentes do ódio e da mágoa.  A arte de perdoar pode ser descoberta por todos, em qualquer circunstância. Com sabedoria cada um encontrará na hora certa,  o que já dentro de cada consciência.

Muita Paz.

Recebi esse texto do meu amigo Getúlio Profeta e achei muito esclarecdor para nós que muitas vezes não entendemos a revolta dos nossos irmãos mais necessitados que nós.

  Quando eu participava de um grupo em uma casa espírita, todos os meses doávamos alimentos para compor cestas básicas que eram distribuídas às famílias carentes da comunidade. A cada mês, um grupo se encarregava de trazer arroz, outro, feijão, e assim por diante, a fim de que se compusesse a cesta. Em determinado mês, coube ao meu grupo trazer café. Nada poderia ser mais simples: um quilo de café, não importava a marca. No entanto, a coordenadora nos alertou: “Combinem entre vocês para trazerem apenas café em pó ou café solúvel. Porque as pessoas reclamam que receberam de um tipo e as outras de outro. Então, melhor que seja tudo igual.” Por muito tempo, refleti sobre isso. As famílias eram carentes, recebiam cestas de alimentos que com certeza supriam suas necessidades imediatas. Então por que reclamavam? Afinal, não pagavam nada! Um dia, me caiu nas mãos um livro, intitulado “Trapeiros de Emaús”. Contava a história de uma comunidade iniciada por um padre, para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”. Um trecho me chamou a atenção. O padre contava suas experiências em caridade. Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses,doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. O pai era médico, mas como já havia quem atendesse às pessoas nesse setor, ele se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera. O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. Exigiam tal ou tal corte e às vezes quando iam embora, xingavam o pai porque não haviam gostado do corte. Mas o pai tinha uma paciência infinita, tentava atender ao que lhe pediam e jamais revidava as ofensas, chegando até mesmo a pedir desculpas, quando alguém não gostava do trabalho que ele realizara. Então, um dia, o menino perguntou ao pai por que ele agia assim. E porque as pessoas reclamavam de algo que recebiam de graça, que não teriam de outra forma.”Para essas pessoas, disse o pai, receber é muito difícil.. Elas se sentem humilhadas porque recebem sem dar nada em troca. Por isso elas reclamam, é uma maneira de manterem a autoestima, de deixar claro que ainda conservam a própria dignidade”. “É preciso saber dar, disse o pai. Dar de maneira que a pessoa que recebe não se sinta ferida em sua dignidade.” Depois li um livro de Brian Weiss em que ele contava que uma moça estava muito zangada com Deus. A mãe dela morrera, depois de vários anos de vida vegetativa, sendo cuidada pelos outros como um bebê indefeso. “Minha mãe sempre ajudou os outros, nunca quis receber nada, não merecia isso”, dizia ela. Então, ela recebeu uma mensagem dos Mestres: A doença de sua mãe foi uma bênção, ela passou a vida ajudando os outros, mas não sabia receber. Durante o tempo da doença, ela aprendeu. Isso era necessário para a sua evolução. Depois de ler esses dois livros, comecei a entender a atitude das pessoas que reclamavam do que recebiam nas cestas básicas. Comecei também a refletir sobre essa frágil e necessária ponte entre as pessoas que se chama “Dar e receber”. Quando ajudamos alguém em dificuldade, quando damos alguma coisa a alguém que a necessita, seja material ou “imaterial”, estamos teoricamente em posição de superioridade. Somos nós os doadores, isso nos faz bem e às vezes tendemos a não dar importância à maneira como essa ajuda é dada. Por outro lado, quando somos nós a receber, ou nos sentimos diminuídos, ou recebemos como se aquilo nos fosse devido. E quantas vezes fizemos dessa ponte uma via de mão única? Quantas vezes fomos apenas aquele que dá, aparentemente com generosidade, mas guardando lá no fundo nosso sentimento de superioridade sobre o outro? Ou esperando sua eterna gratidão. E recusamos orgulhosamente receber, porque? Não precisamos de nada, nem de ninguém?? Ou porque temos vergonha de mostrar nossa fragilidade, como se isso nos fizesse menores aos olhos dos outros. E quantas vezes fomos apenas aquele que tudo recebe, sem nada dar em troca, egoisticamente convencidos de nosso direito a isso? A Lei é “dar com liberalidade e receber com gratidão” ensina São Paulo. Que cada um de nós consiga entender as lições de “Dar e receber e agradeça” a Deus as oportunidades de aprendê-las.

Texto de Tania Vernet

Muita Paz

Neste ano, se você se sentir tocado por

um bom exemplo, siga-o. É para isso  que

ele serve e você não estava ali a toa.

Neste ano, se você quiser encontrar pessoas

trabalhando pelo bem do seus semelhantes

junte-se a elas. Se passar pela sua cabeça a

idéia de que você poderia fazer um pouco

mais pelo meio onde vive, provavelmente

isto é verdade e possivelmente é um

sopro de inspiração superior.

Neste ano, se você conhecer  uma boa

iniciativa visando a erradicação da

pobreza ou da violência, pergunte

como ajudar e ajude como puder,

Para dar certo, ela precisa encontrar

mais corações como o seu.

Está provado que o amor pode transformar

uma comunidade e que o bem cresce no

mundo. Mas precisamos de um pouco

mais, para calar as vozes da ganância e da

indiferença e para realizar o ideal de uma

sociedade de paz e bem estar para todos.

                                                               Meimei (1922-1946) foi o apelido carinhoso que Irma de Castro Rocha e seu marido Arnaldo Rocha, passaram a utilizar um para o outro, após  a leitura de um conto  chamado- Um momento  em Pequim,  meimei significa amor puro. Como espírito liberto da matéra, logo  passou a enviar  mensagens  através de Chico  Xavier.

Muita Paz

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando encarnamos somos destinados a viver em sociedade. O contato com o nosso semelhante é importante para a evolução espiritual de todos.

Para vivermos em sociedade,  precisamos nos aceitar e aceitar o nosso próximo,  para que os objetivos da atual reencarnação sejam alcançados. É importante ensinarmos as nossas crianças e adolescentes desde cedo a tomar conhecimento dessa necessidade para que  possam conviver harmoniosamente com o seu semelhante.

¨Bullying não pode ser aceito como brincadeira¨

Ultimamente está em evidência a necessidade de controlar o bullyng nas escolas.  A criança que tem na sua aparência ou no seu comportamento algo diferente das demais, são vítimas de deboches e perseguições, por parte dos colegas.

Sem que isso seja motivo de preocupação para muitos pais e educadores. E  muitas crianças tornaram-se adultos com  dolorosas recordações  da sua infância no período escolar.

Gerando em muitas crianças depressão, baixo rendimento escolar, apatia,  isolamento social, falta de vontade de ir à escola, vontade de trocar de escola.  E a maioria dos pais,  não conseguiam entender o que se passava com seus filhos.  

Muitas crianças não contam o que está acontecendo, por medo de serem repreendidos por seus pais.   Pois muitos pais exigiriam que eles reagissem e parassem de reclamar.

É importante prestarmos atenção aos nossos filhos.  Em principio observando se não estão sofrendo bullying em sua escola. E em segundo lugar observando se os nossos filhos, a título de brincadeiras  não fazem parte do grupo que ajudam no bullying.

Atualmente com a vida agitada que levamos, não percebemos o que acontece com os nossos filhos. Como espíritas devemos estar atentos a educação dos nossos filhos dentro dos nossos lares. E lembrando  a    importância da evangelização na vida eles.  Para que entendam que não podemos fazer aos nossos irmãos,   aquilo que não queremos que nos façam.

Cabe a nós orientarmos os nossos filhos orientá-los no caminho dos ensinamentos do Nosso Mestre Jesus.  E quanto aos nossos filhos serem as vítimas, observemos suas atitudes em relação à escola, para que possamos ajudá-los, a superar suas dificuldades para conseguirem enfrentar a vida com serenidade e coragem.

Muita Paz

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
Outubro 2017
S T Q Q S S D
« Maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 39 outros seguidores