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Da simpatia, do respeito e da consideração de um ser pelo outro, nasce  a amizade. E essa   amizade,  fortalece o elo entre os espíritos, com a conquista da estima e o estreitamento  dos relacionamentos. A partir dái,    nasce então os componentes da sinceridade e da confiança entre os  seres humanos.

Esse resultado se desenvolve ao longo de muitos anos e até mesmo por várias existências  Nesse tipo de relacionamento, ao respeito é somado a honestidade. Pois na verdadeira amizade acontece a  troca de vibrações. Os verdadeiros amigos são  aqueles que conseguem imantar os seus sentimentos com cargas de vibrações positivas.

Na amizade nem é necessário o contato diário para fortalecimento do vínculo, não importa a distãncia,  ficam reservas vibratórias no outro,  que são transformadas em alimento contínuo. Não há lugar para interesses materiais, nem ciumes que geram cobranças e apegos, o verdadeiro amigo direciona para o outro vibrações de ajuda.

Não importa o grau de parentesco entre as criaturas, pode nem existir, pois a amizade é o resultado do amor fraterno. O amigo é o irmão que nos aceita como somos,  com  um estado intimo de alegria, sem desejar nos  transformar.  ¨Quem tem amigos tem Deus constantemente em seu coração ¨

Muita Paz

Há uma conspiração do silêncio sobre a morte, esse tabu  impede qualquer discussão sobre o assunto. O homem comum comporta-se com se a morte não existisse. No entanto o tema morte sempre foi analisado em várias culturas . Pois cada uma  tem um comportamento diferente para esse acontecimento.

O médico Dr. Raymond Moddy Jr. percebeu em seus estudos  o tabu colocado sobre o tema e observou que:  ¨A despeito de todo esse interesse, ainda permanece a certeza   que é muito difícil para a maioria de nós falar sobre a morte ¨

A Pedagogia Espírita, através de Herculano Pires,  tenta explicar esse tipo de ¨não ¨ aceitação.  E dá como exemplo o pensamento e comportamento de Sócrates diante da morte. Dizendo que a reação do filosófo grego foi de caráter educativo.

 

A morte de Sócrates

Quando Sócrates foi condenado à morte, sua mulher correu aflita para a prisão, anunciando-lhe a sua condenação, e Sócrates respondeu-lhe: ¨Eles também já estão condenados¨ A serenidade do filósofo era produto de um processo educacional.

Jesus também viveu o fim do seu corpo carnal com serenidade, sabia  perfeitamente que a morte do corpo material, era apenas uma transição de uma dimensão para outra. Segundo Hermínio C. Miranda,  ¨O Livro dos Espíritos¨ reinventou a morte. No estudo deste  livro vamos perceber,  que a espiritualidade nos ensina a  familiarizarmos com a morte  ¨observando o sono¨ segundo a Doutrina Espírita é o momento da emancipação da alma.

Essa viagem não podemos deixar de fazer, sejamos  pobres ou  ricos, mas no seu devido tempo.  Como o Espiritismo ensina o bom senso, devemos ter uma conduta equilibrada na nossa vida,  não antecipando a morte, nem nos descuidando da vida.

Somos viajantes do universo, e a morte é uma condição inevitável, para a nossa evolução espiritual.

Muita Paz    – RIE

Todos nós quando estamos encarnados, somos surpreendidos na nossa vida material por muitas dificuldades, sejam as que são originadas dos processos educativos que recebemos nesta reencarnação, sejam aquelas dívidas que trazemos  de existências anteriores.

Porém se observarmos as nossas dificuldades a maioria são criadas por nós mesmo, pois não sabemos lidar, com os  conflitos  que deparamos nesta nossa jornada. Como consequencia do passado trazemos muitas vezes, alguns comprometimentos com a nossa saúde, com o nosso temperamento etc..,   e nós não nos conformamos com a situação e abusamos das nossas próprias forças, e sofremos em consequencia de algo que poderíamos contornar e viver melhor.

Chegamos muitas vezes a esse mundo,  com uma agressividade exagerada, e  não nos esforçamos para nos controlar,  com isso estamos sempre expostos aos atritos e até mesmo a risco desastrosos. Todos nós desejamos   ternura e compreensão,  mas não temos paciência de conquistar esse objetivo, então partimos para a imcompreensão e o mau humor, passando a acreditar que não temos direito ao afeto dos nossos semelhantes.

Todos queremos paz, amor e felicidade, mas não queremos trabalhar para despertar dentro de nós esses sentimentos. Esperamos sempre que parta do outro,   e nesse momento esquecemos que a felicidade deve estar primeiro dentro de nós, para que possamos compartilhar esses momentos felizes com os nossos semelhantes.

Muita paz

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
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