Lendo um artigo na RIE de Ricardo Orestes Forni me deparei com o título posto acima. No referido artigo, o autor relata que no dia primeiro de outubro deste ano, no provedor Terra (www.terra.com.br), circulou uma notícia de autoria do historiador americano  Michael Paulkovich, o qual alega ter estudado 126 escritores da época e nenhum deles cita Jesus.

discipulos

Realmente impressiona muito a um leitor com pouca fé. No entanto, de onde viria uma educação espiritual  com uma imensidão de amor?! A hipótese histórica de que Jesus nunca existiu ou de que Cristo não passaria de uma lenda, de um mito, e até mesmo a crucificação nunca estivera existido, justifica-se pela ideia de que talvez tudo isso fosse história inventada por rabinos que desejariam um líder, um símbolo.

Considerando Jesus como justo, amoroso, paciente, sereno, caridoso e símbolo do amor à humanidade, era de se esperar que essa mentira não sobrevivesse mais de dois mil anos. Não poderíamos esperar que naquela época pessoas que não acreditavam ou que não aceitavam os seus ensinamos, escrevessem sobre Jesus, afinal, para muitos daquela época crer e seguir os ensinamentos de Cristo era “coisa de ignorante” etc.

Para a nossa sociedade atual, pergunta-se: se Jesus aparecesse com todos os seus ensinamentos será que Cristo seria recebido por nós? Ou o acusaríamos de impostor? Vamos então acreditar em seres ignorantes que viveram naquela época e que inventaram um Jesus Cristo? Eis a reflexão!

Porém, o importante é que que até hoje grande parte da humanidade continua amando e tentando seguir os sábios ensinamentos do Meigo Nazareno.

Muita Paz!