Trecho de um poema extraído da  ¨Revista Espírita¨1859.

Mensagem recebido pelo Sr, Porry de Marselha

foi-deus

Oh! Deus que a raça humana o busca sem cessar,

Deus, que não conhecendo, o temos que adorar,

Dos seres todos é um só principio e fim:

Mas para o alcançar, qual o caminho, enfim?

Não é pela ciência, efêmera miragem

Que nos fascina o olhar com fulgurante imagem,

E que frustrando sempre um incapaz querer,

Desfaz-se sob a mão que o julgava deter!

Sábios, acumulais escombros sobre escombros

E tais sistemas vãos não vão além de assombros!

Este Deus que ninguém pode ver sem morrer,

Cuja essência um terrível poder,

Mas sabe aos filhos seus nutrir de terno amor,

Só o podes compreender lhe igualando em dulçor!

Ah! para ele se unir e reencontrá-lo um dia,