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Um doutor na lei para testar Jesus perguntou-lhe: O que devo fazer para possuir a vida eterna? Jesus lhe respondeu: O que está escrito na lei?  Que ledes nela?  Ele respondeu;  ¨ Amareis o Senhor Vosso  Deus de todo vosso coração , de toda vossa alma, de vossas forças e de todo o vosso Espírito, e vosso próximo como a vós mesmo.

Jesus então lhe disse: Respondestes muito bem, fazei isso e vivereis. Mas o homem perguntou a Jesus:  E quem é o meu próximo? Jesus tomou a palavra e continuou:  – Um homem, que descia de Jerusalém para Jericó, caiu nas mãos  de ladrões  que o despojaram, e o cobriram de feridas, e se foram, o deixando semimorto.

o bom samaritano

Em seguida descia um sacerdote pelo mesmo caminho, e tendo percebido o homem caído passou direto, Um levita que passou também pelo mesmo lugar, também ignorou o homem caído. Mas um Samaritano  que viajava passando pelo homem , foi tocado pela compaixão. Aproximou-se  lavou-lhes os ferimentos com vinho  e o colocou sobre seu cavalo, conduzindo a uma hospedaria onde dele cuidou.

No dia seguinte precisando continuar sua viagem  tirou duas moedas deu ao hospedeiro dizendo: Cuide deste homem  e tudo que gastares a mais, eu o restituirei na volta. Qual desses três vos parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões? O doutor respondeu: – Aquele que exerceu a caridade com ele. – Ide pois, disse-lhe Jesus, e fazei o mesmo,  ( Lucas, 10:25-37

¨Fora da Caridade não há Salvação ¨Ensinamentos de Jesus Cristo.

Muita Paz

Quando Jesus foi preso e condenado a morrer na cruz, seus apóstolos e muitos seguidores não entenderam por que Jesus se deixou morrer assim pregado na cruz .  Apesar deste  fato  ter acontecido há mais de dois mil anos, hoje algumas pessoas questionam e buscam uma  resposta satisfatória.

crucificação de Jesus

 Nas obras de Allan Kardec nenhum texto responde literalmente a tal  indagação. Vamos tentar analisar  os varios textos  acerca da missão que Jesus veio desempenhar no planeta Terra.  Segundo Emmanuel no livro “A Caminho da Luz”, psicografado em 1939 pelo médium Francisco Cândido Xavier. Diz mais ou menos o seguinte:

 No mundo espiritual do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias. Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.

A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lançassem, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródromos da vida na matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidiu a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção.”

 O caráter missionário do advento do Cristo ressalta com toda a clareza no texto acima. Jesus veio para cumprir uma missão e foi feita uma programação reencarnatória, ele nasceria viveria dentro da situação da época, e programou a forma da morte do seu corpo físico. O textos dos Evangelistas são claros que Jesus sabia de tudo que iria lhe acontecer, inclusive a traição de Judas.

 Jesus encarnou como homem, mas estava permanentemente em contato com espíritos superiores, na véspera da prisão  ele recebeu os espíritos de Elias e Moisés.  É senso comum, no meio espírita, que toda a trajetória de Jesus aqui na terra  foi planejada com bastante antecedência,  bem antes do nascimento do Cristo.

Quase todos os grandes profetas foram  vitimados pela intolerância de seus contemporâneos, era fácil  para Jesus prever o aconteceria quando aceitou passar pelo planeta Terra.  Provavelmente Jesus quis exemplificar sua fé diante dos sofrimentos que muitos passam quando aqui estão encarnados.

 Dias antes da Páscoa, no episódio da ressurreição de Lázaro, descrita por João Evangelista.  Jesus demorou muito além do normal para acudir ao chamado da família de Lázaro. Ele sabia, obviamente, que Lázaro não estava morto. “Lázaro dorme”, disse aos seus companheiros. A demora foi claramente premeditada, porque, quando Jesus chegou a Betânia, uma multidão de pessoas e figuras importantes do clero se encontravam a postos e puderam assistir ao fenômeno do despertamento de seu amigo.

 Relata João  que  muitos judeus que viram o que Jesus fizera, creram nele. Mas alguns deles foram ter com os fariseus, e disseram-lhes o que Jesus tinha feito. Depois os principais  sacerdotes e os fariseus formaram um conselho, e diziam: Que faremos? porquanto este homem faz muitos sinais. Se o deixamos assim, todos crerão nele, e virão os romanos, e tirar-nos-ão o nosso lugar e a nação.

E Caifás, um deles que era sumo sacerdote naquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis, Nem considerais que nos convém que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação. Ora ele não disse isto de si mesmo, mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus devia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos. Desde aquele dia, pois, consultavam-se para o matarem.” (João, 11:45-53.)

 O  que nos leva a deduzir que o Mestre escolheu o cenário ideal – o período da Páscoa judaica – para que fosse preso, acusado, julgado, condenado e morto, para, apenas dois dias depois, ressurgir vivo, fato que para todas as pessoas, amigos e inimigos, constituiria uma prova incontestável da imortalidade .

 A ressurreição de Lázaro constituiu a penúltima cena de uma história que se encerraria no Gólgota, mas recomeçaria no domingo imediato, o mesmo domingo que os cristãos comemoram como a Páscoa da ressurreição, um fato inegavelmente tão importante que muitos estudiosos afirmam, com razão, que caso não houvesse a ressurreição não existiria Cristianismo.

Jesus sendo o espírito mais puro que esteve aqui na terra,  veio com a missão de ensinar novas verdades não temeu o sofrimento físico. Só que os fatos deveriam acontecer dentro de uma lógica da época. Pois Jesus não apenas ensinou ele vivenciou para que humanidade  desse mais um passo à frente na sua evolução.

Muita Paz

“… Certa ocasião um  senhor escreveu a Allan Kardec, pois estava preocupado com fatos que aconteceram em sua casa.

Tínhamos uma cadelinha que dormia conosco, e quando queria subir para a nossa cama choramingava para que sua vontade fosse satisfeita, era muito querida por todos nós.

Cuidados e carinho não lhe faltavam, mas, em setembro último, adoeceu e morreu, apesar dos cuidados do veterinário a quem eu a confiava. Muitas vezes falávamos dela, minha mulher e eu, e a lamentávamos a perda,  seu apego fiel, e de como  cativou nossa afeição.

O Cão e o homem

“Há pouco tempo, pelo meio da noite, estando deitado mas sem dormir, ouvi partir dos pés de meu leito aquele pequeno gemido que soltava minha pequena cadelinha quando queria alguma coisa. Fiquei de tal modo chocado que estendi o braço para fora do leito, como para atraí-la a mim, e julguei mesmo que ia sentir suas carícias. Ao me levantar de manhã, contei o caso a minha mulher, que me disse: ‘Ouvi a mesma voz, não uma, mas duas vezes. ’

Esses sons estranhos viriam da rua, como pensa minha mulher, que não partilha de minhas convicções espíritas? É impossível Vir da rua. Pois, se o som da voz tivesse vindo da rua, como explicar também a ilusão de minha mulher. Que pensar disto? Nada ouso decidir porque não entendo  muito a respeito. Mas eu me pergunto se o princípio imaterial, que deve sobreviver nos animais como no homem, não adquiriria, em certo grau, a faculdade de comunicação, como a alma humana?

Conhecemos todos os segredos da Natureza? Evidentemente não. Quem explicará a lei das afinidades? Quem explicará as leis da repulsão? Ninguém! Se a afeição, que é do domínio do sentimento, como o sentimento é do domínio da alma, possui em si uma força atrativa, que haveria de admirável se um pobre animalzinho em estado imaterial se sentisse arrastado para onde o leva sua afeição?Mas o som  perguntarão, como admiti-lo; e se se fez ouvir uma, duas vezes, por que não todos os dias? Direi apenas que pode estar nas coisas possíveis e, sem ir mais adiante, acrescentarei que constato um fato apoiado num duplo testemunho

Os fatos deste gênero não são ainda bastante numerosos nem suficientemente comprovados para deles deduzir-se uma teoria afirmativa ou negativa. A questão do princípio e do fim do Espírito dos animais apenas começa a surgir, e o fato de que se trata a ela se liga essencialmente. Se não for uma ilusão, pelo menos constata o elo de afinidade que existe entre o Espírito dos animais, ou melhor, de certos animais e o do homem. Aliás, parece positivamente provado que há animais que veem os Espíritos e com estes se impressionam.

Até agora a Ciência apenas constatou as relações fisiológicas entre o homem e os animais. Ela nos mostra, no físico, todos os elos da cadeia de seres sem solução de continuidade. Entretanto, entre o princípio espiritual dos dois Espíritos havia um abismo. Se os fatos psicológicos, melhor observados, vêm lançar uma ponte sobre esse abismo, será um novo passo para a unidade da escala dos seres e da criação. Não é por meio de sistemas que se poderá resolver esta grave questão, mas pelos fatos.

Se deve sê-lo um dia, o Espiritismo, criando a psicologia experimental, é o único que lhe poderá fornecer os meios. Em todo o caso, se existem pontos de contacto entre a alma animal e a alma humana, estes não podem ser, no caso da alma animal, senão da parte dos mais adiantados.

  Eu vos falarei mais tarde dos laços que unem o mineral ao vegetal, o vegetal ao animal. Considerando-se que um fenômeno que vos causa admiração nos leva aos laços que ligam o animal ao homem, vou tratar convosco acerca destes últimos.

Entre os animais domésticos e o homem, as afinidades são produzidas pelas cargas fluídicas que vos rodeiam e sobre eles recaem. É um pouco a humanidade que influi sobre a animalidade, sem alterar as cores de uma ou da outra. Daí essa superioridade inteligente do cão sobre o instinto brutal do animal selvagem, e é só a esta causa que poderão ser devidas essas manifestações que vos acabam de ler.

Assim, não se enganaram ouvindo um grito alegre do animal reconhecido pelos cuidados de seu dono, vindo, antes de passar ao estado intermediário de um desenvolvimento a outro, trazer-lhe uma lembrança. Assim, a manifestação pode dar-se, mas é passageira, sua passagem é tão rápida que é como se fosse nula, e no estado de crisálida eles não poderiam ser descritos.

Tende, pois, como certo, que nem o cão, nem o gato, nem o burro, nem o cavalo ou o elefante podem manifestar-se por via mediúnica. Os Espíritos chegados ao grau da humanidade, e só eles, podem fazê-lo, e ainda em razão de seu adiantamento, porque o Espírito de um selvagem não vos poderá falar como o de um homem civilizado.

Muita Paz

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OBSERVAÇÃO: Estas últimas reflexões do Espírito foram motivadas pela citação, feita na sessão, de pessoas que pretendiam ter recebido comunicações de diversos animais. Como explicação do fato precitado, sua teoria é racional, e no fundo ela está em concordância com a que hoje prevalece nas instruções dadas na maior parte dos centros. Quando tivermos reunido documentos suficientes, resumi-los-emos num corpo de doutrina metódico, que será submetido ao controle universal. Até lá são apenas balizas postas no caminho, para clareá-lo.

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O Espírito Manoel Philomeno de Miranda relata no capítulo 21 do livro Tramas do Destino, como são os planejamentos espirituais de um Centro Espírita, inclusive relatando os compromissos assumidos pela equipe espiritual que trabalharia diretamente com os encarnados, junto àquele que seria o seu patrono, no caso o Espírito Francisco Xavier, que foi abnegado trabalhador do Cristianismo no século XVI. 1

Iremos enfocar aqui alguns desses planejamentos do plano extrafísico, e como são efetuados na prática pelos Benfeitores Espirituais, fazendo uma reflexão em torno da participação dos encarnados, enquanto tarefeiros da seara espírita.

Alicerces espirituais

O Centro Espírita é muito mais do que a casa física que lhe serve de sede. Transcende às paredes, aos muros que o circundam e ao teto que o cobre. Em verdade, o Centro Espírita é um complexo espiritual em que se labora nos dois planos da vida, a física e a extrafísica, e com as duas humanidades, a dos encarnados e a dos Espíritos desencarnados.

Em razão disso, as providências e cuidados da Espiritualidade Maior são imensos quanto ao planejamento e a organização de uma instituição espírita.

Por isto é essencial que nos esforcemos para viver as diretrizes espíritas, a fim de que honremos o Espiritismo não somente “com os lábios”, mas essencialmente com o coração, com o melhor de nós mesmos.

Os recursos magnéticos de defesa

Vejamos como Manoel Philomeno de Miranda explica quais as providências adotadas com relação à fundação do Centro Espírita.

“(…) antes mesmo que se definissem os planos da edificação material da Casa, foram tomadas medidas no que dizia respeito aos contingentes magnéticos no local e outras providências especiais.

Todavia, nos respectivos departamentos reservados à câmara de passes, recinto mediúnico e sala de exposições doutrinárias, foram providenciadas aparelhagens complexas e com finalidades específicas, para cada mister apropriadas, no plano espiritual.” 2

Esses recursos magnéticos que constituem as defesas espirituais de um Centro Espírita fiel aos princípios da Codificação Kardequiana, conforme as circunstâncias o exigem, podem ser intensificados tal como é relatado no notável livro da querida médium Yvonne Pereira, Memórias de um Suicida, quando é mencionada a instituição na qual seriam realizadas algumas sessões mediúnicas especiais para atendimento de um grupo de suicidas.

A sala de exposição doutrinária

Toda Casa Espírita tem o seu espaço destinado à realização de reuniões públicas, de portas abertas, onde os expositores abordam estudos e palestras doutrinárias, especialmente das obras que constituem a Codificação Kardequiana.

Este recinto recebe da Espiritualidade o cuidado compatível com a importância das tarefas ali desenvolvidas. Espíritos especializados magnetizam o ambiente e o preservam e renovam constantemente, propiciando uma psicosfera salutar, consoante informa Manoel Philomeno de Miranda.

São instaladas defesas magnéticas que impedem a entrada de entidades desencarnadas hostis e malfeitoras, assim, só entram aqueles que obtêm permissão.

Tais cuidados são imprescindíveis em razão da natureza do trabalho que os Centros realizam. Sendo um local para onde convergem pessoas portadoras de mediunidade em fase inicial ou em desequilíbrio ou, ainda, obsidiados de todos os matizes, é fácil concluir que se não houvesse tais cautelas do Plano Espiritual, principalmente, graves problemas poderiam surgir decorrentes do ambiente espiritual e da presença de sensitivos não equilibrados.

Imaginemos, por um instante, a ambiência desta sala, relativamente aos encarnados presentes. A grande maioria dos que comparecem ao Centro o faz impelida pelos problemas e sofrimentos que os aguilhoam. Quando chegam estão aflitos, cansados, desesperados e, não raro, com idéias de suicídio ou outros tipos de pensamentos extremamente negativos. Recorrem ao Espiritismo na condição de náufragos de tormentas morais que se agarrassem a uma tábua salvadora. Trazem o pensamento enrodilhado no drama em que vivem e que é como um clichê estampado na própria aura. Vibrando em enarmonia a quase totalidade dessas criaturas estão imantadas a desafetos do passado ou a entidades outras, igualmente em desequilíbrio, que por sua vez, as envolvem em fluidos perniciosos. Várias são portadoras de monodeísmo, isto é, trazem o pensamento fixo em determinada idéia negativa, como por exemplo, no suicídio, no remorso de ato cometido etc.

Diversas estão magoadas, sofridas, ulceradas interiormente e com as forças deperecidas. Outras estão perdidas em si mesmas, sem saber qual o sentido da vida e que rumo tomar. Muitas esperam milagres que as libertem de imediato de seus problemas e umas poucas chegam por curiosidade ou desejosas de conhecer melhor o que é o Espiritismo. Mas todas essas pessoas têm um denominador comum: a esperança.

Esse conjunto de vibrações desarmônicas e a malta de desencarnados que gravitam ao seu redor – todos interessados em obstar tudo aquilo que pode significar libertação para suas vítimas, no caso a palavra esclarecedora da Doutrina – por certo afetariam os médiuns presentes ainda não equilibrados, não fossem os cuidados e vigilância dos Benfeitores Espirituais.

Há ainda outro ponto a considerar: é que sendo um local de tratamento das almas enfermas, que somos quase todos nós, é imprescindível que os recursos do “laboratório do mundo invisível” sejam mobilizados e acionados para o atendimento espiritual.

Os Espíritos especializados fazem, portanto, a triagem dos desencarnados que irão entrar, sempre visando os que estão em condições de ser beneficiados, mas outros são momentaneamente afastados de suas vítimas enquanto estas permanecem no Centro. Em decorrência, grande é o número de entidades que ficam postadas do lado de fora da Casa, como que aguardando permissão para entrar ou interessados em achar alguma brecha nas defesas magnéticas com o intuito de causarem perturbações. Mesmo estes não ficam sem a ajuda do Alto, pois aparelhagem especial transmite a palavra dos expositores amplificando-lhes a voz.

trecho de um artigo escrito por Sueli Caldas, a respeito das aparelhagens que são introduzidas na casa espírita, no salão das palestras, nas salas de passe e nas salas mediúnicas.

Baseado nas obras de Chico Xavier, Ivone do A.Pereira, Divaldo Pereira Franco e outros.

Muita Paz

Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes , não estabeleceu diferenças e deu-lhes também o libre arbítrio,  isto é, o direito de direcionar suas ações. Os Espíritos foram juntando-se por afinidades e daí nascendo grandes amizades, unidos pelos tendências e pelos sentimentos.
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   A verdadeira  amizade só existe entre os homens virtuosos, que se reúnem  para se encorajarem para dar apoio ao seu amigo na hora do sofrimento e na cumprimento dos seus deveres. Todo coração verdadeiramente abnegado  possui o sentimento da amizade.
Ao contrário, das criaturas ainda embrutecidas, essa amizade sincera na maioria das vezes não existe, pois esses irmãos ainda com  suas almas viciosas e orgulhosas pensam apenas em si mesmo  semelhante à semente caída sobre a terra  árida, e não a deixa fecundar para o bem.

Só através da prece cheia de fé podemos nos proteger dos inimigos externos e internos. A prece eleva o Espírito do homem para Deus, o transporta para um estado de tranquilidade, de paz.

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Quanto mais confiante e fervorosa for a prece, melhor é escutada pelos nossos protetores que a encaminhará até Deus. Ela nos defende dos nossos inimigos interiores que são as paixões do mundo, e dos inimigos externos em que por muitas vezes confiamos. Oremos a Deus com toda sinceridade e com fé.    Para que apenas permaneça junto de nós os amigos sinceros e que os nossos inimigos sejam amparados pelo de Deus nosso Pai.

Muita Paz

  Cuidado com os aduladores. São pessoas mentirosas que aproveitam-se da vaidade alheia para tirar vantagens. É um comportamento como se diz numa expressão popular ¨Pessoas de duas caras ¨ que enganam para lucrar. Porém,  quem os escuta e neles acreditam, são vaidosos e  logo se pervertem. Quantos se deixam  levar por essa  mentirosa adulação!

Corvo e a raposa

Escutam com satisfação quem elogia  as suas fraquezas, enquanto repelem o amigo sincero que lhes diz a verdade e lhes dá bons conselhos,  recebem  o falso amigo e afastam o verdadeiro. Sentem-se felizes quando o aplaudem , aprovam mesmo as coisas absurdas que fazem ou dizem.

A vaidade não deixa o adulado perceber que está sendo enganado, aceita e acredita que  o são. Muitas vezes tardiamente percebem mas,  então o mal já está feito e fica mais difícil consertar a situação.

 Por que a pessoa adulada não percebe, pois os elogios despertam nelas a fascinação.  O orgulho que os cega. acreditam realmente que são maravilhosos e queridos, julgam-se superior aos demais. Assim, sem dificuldade  aceitam as adulações. Os  aduladores com toda certeza lhes  falta o bom senso, não conseguem ser respeitados e elogiam o erro do outro para tornar-se simpático.

 Acreditem!  Os maus Espíritos estão ao lado dos dois. Eles gostam   de fazer armadilhas para depois se divertirem.  Eles sabem habilmente disso tirar partido da situação , do adulador e do adulado.

 Querem livrar-se dos aduladores?  Da influência dos maus Espíritos? Busca o equilibrio e eles não o atingirão;  Mas, se  permitirem serão  arrastados  pela fascinação, eles subirão nela,  para vos forçar a descida; Falarão  contigo com voz melosa, elogiarão tuas qualidades e  a exemplo do conto  do ¨ Corvo e a Raposa ¨, deixarás cair o queijo.

Muita Paz

  • A crença nos demônios existem desde a mais remota antiguidade. Os demônios tiveram, em todas as épocas, um grande papel nas diversas culturas; ainda que na opinião geral, não tenha grande importância é temida em várias  crenças religiosas.Mesmo com o avanço intelectual do homem vamos encontrar muitas pessoas que temem o diabo.Esquecendo inclusive do poder de Deus. Acreditam  num poder extra-humano, numa força do mal . Durante muito tempo o   homem só compreendeu senão o bem e o mal físico.  Porém o  sentimento do bem moral e do mal moral marcou um progresso na inteligência humana.
A luta incessante entre o bem e o mal, sempre preocupou o ser humano, que temendo que  a vitória fosse do mal, com isso parece que  concluiu-se pela existência de dois poderes no governo do mundo. O homem por medo passou a não ter confiança total na essência do Ser Supremo.   Não tinha condições de   compreender que o mal  é  momentâneo, do qual podemos nos afastar e sermos conduzido a felicidade. O temor não lhe permitiam ver nada além do vida presente, nem adiante, nem atrás.
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 Entendendo apenas que a criatura tem  atribuições especiais para o bem e para o mal,  isto é, para os vícios e para as virtudes, e que para uma ou outra, teria um representante,  Deus ou o demônio . Os cristãos e os muçulmanos herdaram dos hebreus os anjos e os demônios. Se a essência de Deus continua a ser ainda um mistério para a nossa inteligência, vamos confiar mais do  que nunca nos  ensinamentos do Cristo.
O Espiritismo nos ensina que os demônios são os homens maus que viveram aqui na terra, e que após sucessivas reencarnações um dia se tornarão bons Espíritos. Não há necessidade de temê-los, basta  seguir os ensinamento de Jesus:  ¨ Orai e Vigiai¨ Crer em Deus nosso Pai,  que  é único, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas suas perfeições.
Muita Paz

O  homem é composto da matéria do perispírito e do Espírito. Para que haja vida humana é necessário que estes três princípios estejam em harmonia. O corpo não vive sem o espírito e Perispírito. Mas o perispírito e o espirito vivem sem o corpo material. Para que exista o ser humano é necessário a união dos três princípios.Doenças do corpo e da alma

 Enfim,  se não houver esta união  não tem  um Espírito encarnado. Para estarmos encarnados precisamos da presença dos três princípios, eles  devem reagir um sobre o outro, resultando  a saúde ou a doença. Se houver harmonia entre eles a saúde será perfeita. Se houver desarmonia  aparece a doença. Quando a doença  procede do corpo, sem atingir a alma, os medicamentos materiais empregados bastarão para restabelecer a harmonia geral.

Se a perturbação vem do espírito, se é uma modificação do fluido vital , será necessária uma medicação adequada e passes ajudarão no equilíbrio,  para combatê-la, será necessário um tratamento  um tratamento espiritual. Se, enfim,  como é o caso mais geral, e, podemos mesmo dizer, o caso que se apresenta exclusivamente,  se a doença procede do corpo, do perispírito e do espírito, será preciso tratamento material e espiritual.

 Os médicos  cuidam do corpo e o curam; mas não  curam a doença da alma? Porque sendo o espírito um princípio superior à matéria , poderá tornar-se a causa da enfermidade. Os órgãos materiais que se acham em relação com o espírito serão igualmente atingidos na sua vitalidade. Cuidando do corpo, destrói o  efeito; mas, residindo a causa no espírito, a doença voltará novamente, quando cessarem os cuidados.  Se, enfim, a doença proceder do espírito e do corpo, postos sob sua dependência, serão atingidos em suas funções. Neste caso cuidar da matéria e do Espírito.

A doença normalmente,  primeiro instala-se na alma,  para depois atingir o corpo. Para acontecer a cura cuida-se do corpo  juntamente com a  alma.

Muita Paz

Ontem foi um dia dedicado as mães, muitas foram homenageadas, encarnadas e desencarnadas, receberam presentes,palavras carinhosas e também muitas orações. Mas na verdade nem todas tiveram essas declarações de amor. Muitas mães choraram o esquecimento dos seus filhos que mesmo ainda vivos, fizeram muitas derramar lágrimas com sua ingratidão.

No dia 13 de agosto do ano 354 nasceu em Tagaste, Argélia, Santo Agostinho ,  um dos mais respeitados filósofos cristãos da atualidade. Como Espírito esse filósofo foi um dedicado colaborador na elaboração da Doutrina Espírita, refere-se a ingratidão dos filhos em  ¨ O Evangelho Segundo  Espiritismo¨No Capítulo XIV – Honrai vosso pai e vossa Mãe;

 A ingratidão dos filhos para com os pais é algo que desperta grande sofrimento.  O Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do coração humano. O Espírito antes de encarnar aceita vir  num corpo em  formação muitas vezes de um desafeto, pais e filhos motivados pela amor da espiritualidade aceitam-se.

 Ele será o amigo ou inimigo daqueles entre os quais foi chamado a viver.Mas tornam-se inexplicáveis  ódios,  repulsões que se notam da parte de certas crianças ou de um dos pais. Naquela existência nada está acontecendo para provocar semelhante antipatia;  necessário se torna volver o olhar ao passado.

  Pais procurai cumprir os  vossos deveres, ame e respeite  essa alma que lhe foi confiada. Os cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o sua formação futuro. Lembrai de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus: Que fizestes do filho que te foi confiado? Se por sua culpa  ele se conservou atrasado, terás como castigo vê-lo entre os Espíritos sofredores, quando de ti dependia que fosse ditoso. Então, nós mesmo seremos, assediados de remorsos,  se também o desprezarmos. Solicitai em orações, para os dois outra encarnação em que o cercarás de melhores cuidados e em que ele, cheio de reconhecimento, te retribuirá com o seu amor.

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 Não despreze o filho que não te ama. Não foi o acaso que  assim agiu. Imperfeita intuição do passado se revela, do qual podeis deduzir que um ou outro já odiou muito, ou foi muito ofendido; que um ou outro veio para perdoar e não conseguiu. Mães! Abraçai o filho que vos dá desgostos e dizei convosco mesmas: Um de nós dois é culpado.

Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz da sua existência anterior. Ao observá-los devem os pais aplicar-se, e tentar moldar com amor e muita paciência,  os males que  se originam do egoísmo e do orgulho. Espreitem, pois, os pais os menores indícios reveladores  de tais vícios e cuidem de combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas. Façam como o bom jardineiro, que corta os rebentos defeituosos à medida que os vê apontar na árvore.

Deus não dá uma prova maior daquela que podemos suportar. Perdoemos o nosso filho que não nos ame. E peçamos a Deus outra oportunidade de estar junto com ele para que juntos possam amar e perdoar-se mutuamente.

Muita Paz

A divergência de opinião em relação ao Espiritismo origina-se  dos diferentes aspectos  sob os quais é considerado. É compreensível que o homem ainda elabore  teorias contrárias,  que realmente não acreditem nas comunicações entre encarnados e desencarnados. Nós Espíritas entendemos que os espíritos por  pertencerem a várias ordens de evolução podem atrapalhar a crença na comunicação.

Existem Espíritos  bons e maus, assim como nós que estamos encarnados. Muitas pessoas esperam que os desencarnados saibam de tudo e que a sua função é ajudar materialmente os encarnados, isto é, se forem bons. Se forem maus vão nos perturbar nos fazendo sofrer e os bons espíritos tem a obrigação de afastá-los para nos proteger.

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Essas idéias seriam diferentes  se conhecessem a Doutrina Espírita, deixariam de sonhar que a espiritualidade está a nossa disposição, sempre tomando conta de nós e salvando-nos, sem que seja preciso nenhum esforço para a nossa mudança interior, não esqueçamos que os espíritos são as mesmas pessoas que viveram aqui na terra, e muitos nós, os conhecemos antes de morrerem, nossos familiares e amigos.

A escala Espírita nos mostra que há espíritos mentirosos, hipócritas, levianos mas há também espíritos sérios, benevolentes e que dependendo dos nossos pensamentos e  nossas ações, indicam a natureza atual da nossa faixa vibratória pois,   atraímos  para perto de nós, aqueles que nos são simpáticos, sendo bons ou maus.   Existem espíritos que realmente não sabem nada e se divertem nos fazendo de tolos, pois são incapazes de nos fornecer qualquer ensinamento da lei de Deus.

Muita Paz

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
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