No dia 29 de agosto de 1831, na Freguesia de Riacho do Sangue, hoje Jaguaretema no estado do Ceará, nascia o nosso querido irmão Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti.  Conheceu o Espiritismo quando Carlos Travasso o presentiou com a primeira tradução realizada no Brasil do  ¨O Livro dos Espíritos ¨  livro este que foi lido durante o seu trajeto de casa para o trabalho.

¨Kardec Brasileiro ¨

Desde então Bezerra converteu-se ao Espiritismo.  Trabalhou pela divulgação do  Espiritismo, principalmente pelos artigos que escrevia no jornal  ¨O Paiz ¨ no Rio e Janeiro, com o pseudônimo de Max.  Amou  ao próximo e  trabalhou  incansávelmente  até o dia da sua desencarnação. 

Porém no dia 16 de agosto de 1886, em um auditório da Guarda Velha,   com cerca de 2000 pessoas, Bezerra informou ao público ¨Eu sou Espírita¨ proclamando a sua conversão ao Espiritismo. Autor de  várias obras e uma das mais conhecidas na época foi  ¨A Doutrina Espírita ¨ mais conhecida como ¨A carta de Bezerra a seu irmão.¨

Onde ele explicava por que agora,  era um seguidor da Doutrina Espírita. Grande estudioso da Doutrina Espírita e admirador de Léon Denis,  e por este também admirado, trocavam correspondências fortalecendo o conhecimento da Doutrina. Quando Bezerra de Menezes desencarna, Léon Denis lamentando o ocorrido e diz:  ¨Quando um tal homem desaparece, é uma perda não só para o Brasil, mas para os Espíritas do mundo inteiro. ¨

Léon Denis e Bezerra de Menezes, pensadores legítimos da Filosofia Espírita trabalharam pelo conhecimento  e engradecimento da nossa Doutrina.  Afirmaram que o fenõmeno, seu estudo e pesquisas  são os condutores para o avanço da Ciência e da Religião. Certamente hoje existem autores sérios que continuaram o trabalho no mesmo caminho das pesquisas Espíritas. 

Bezerra de Menezes, foi presidente da Federação Espírita Brasileira em 1894. E desencarnou no dia 11 de abril de 1900 tendo cumprido a missão de um verdadeiro Espírita, por isso recebeu o cognome  de ¨Kardec brasileiro¨.

Muita Paz

Bibliografia de Bezerra de Menezes

RIE – abril de 2009