Aprendemos com a Doutrina Espírita a sermos indulgentes, mas na verdade usamos muito mais essa indulgencia conosco, pois na prática  somos bastante intransigentes com o nosso próximo. Sabemos que ainda somos espíritos imperfeitos, com isso ainda contrariamos muito as leis Divinas. Mas isso não é desculpa para não distinguirmos o que é  certo ou errado.

Nos ensinamentos cristãos encontramos lições esclarecedoras  que nos mostram  de uma maneira racional  como podemos vencer os nossos defeitos.  Na  pergunta 919, em ¨O Livro dos Espíritos¨  temos o ensinamento prático de como podemos vencer as nossas más tendências.  Santo Agostinho de uma maneira clara nos ensina a prática para tais exercícios.

¨Sejamos indulgentes ¨

Na verdade não conseguimos entender os erros dos nossos irmãos.  ¨Conseguimos enxergar um cisco no olho do nosso próximo, mas não enxergamos a trave no nosso ¨. Aceitamos  que erramos,  que merecemos oportunidades para vencermos nossas faltas, mas quando vamos falar do nosso semelhante a indulgência desaparece. Somos capazes de lembrarmos de todos os defeitos de uma pessoa, e ainda julgarmos os seus atos.

Temos um grande desafio pela frente ¨Conhecer a nós mesmo¨ perceber os nossos defeitos e também a nossa intransigencia, assim poderemos perceber que todos nós somos imperfeitos, e que devemos ser indulgentes conosco e com o nosso próximo. Se pudermos ajudar ao nosso irmão, estaremos ajudando a nós mesmo. Se não tivermos condições de ajudar,  que pelo menos tenhamos a caridade de não julgarmos.

Muita Paz

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