Quando Jesus esteve encarnado entre nós, na cidade de Cafarnaum, Joana de Cusa, esposa do Intendente Cusa,  que admirava e aceitava os ensiamentos de Jesus. Após ouvir  o Mestre  pregar  ao lago, foi procurá-lo e disse:

– Senhor, abandonarei tudo para seguir-te. E Jesus Cristo respondeu: Não Joana não é necessário que abandones nada para seguir-me. – Mas Senhor eu encontrei na tua palavra o consolo para os meus sofrimentos, a luz da minha noite, o pão da minha fome, encontrei em ti a vida que estava acabando.

Disse-lhe Jesus: – Se tu me amas. Volta para tua casa, sei que teu marido é arbitrário, sei que teu coração de esposa e mãe está dilacerado pela traição,  e pelo abandono, mas se tu me amas… ama-os. Dá-lhes o carinho que tens no coração,  é preciso amar aqueles que te causam dificuldades e sofrimentos . Eu estarei sempre ao teu lado.  Esse diálogo entre Jesus e Joana, nos mostra que é mais fácil fazer a caridade aos que não estão vivendo ao nosso lado. Quando na verdade o primeiro lugar que precisamos exercitar a caridade é dentro do nosso lar.

É difícil fazer a caridade dentro do nosso lar, pois nossos familiares nos conhecem como verdadeiramente somos, pois fora do nosso ambiente, usaríamos de mais paciência e dedicação com os estranhos,  sem a necessidade de revidar o que recebemos diáriamente.

Ajudando ao  nosso  processo de evolução, estamos também fazendo a caridade a quem necessita. Mas o principal exercício, é no ambiente em que vivemos, pois também plantamos as nossas atitudes e dcepções. O próximo conhecido aquele que dificulta o nosso trabalho, é o que mais precisa de nós.

Por mais árdua que seja a nossa tarefa, essa família que foi aceita por nós, precisa da nossa caridade para o seu progresso espiritual. Como Jesus disse para Joana, ele nunca nos deixará sós e não diminui o nosso trabalho de caridade, pois cada ato amoroso, de paciência que dedicarms aos nosso ¨próximo conhecido¨ é a ele que estamos deicando.

Muita Paz

 

 

RIE – 2008

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