Na questão 908 de ¨O Livro dos espíritos¨ Allan kardec pergunta à  espiritualidade: Como definir o limite em que as paixões, devem ser boas ou más?

Resposta: – As paixões são como um cavalo que é útil quando governado e perigoso quando governa. Reconhecei, pois, que uma paixão se torna perniciosa no momento em que a deixais  governar, e quando resulta num prejuízo qualquer para vós ou para outro.

¨Paixão e Amor ¨

Será que diante dessa definição, devemos entender que a paixão é um sentimento indesejável? Não. Em si mesmas não são más,  nem boas, mas é importante que consigamos manter a razão, e o bom senso.

Porém se a deixarmos  dominar-nos, podem realmente ser nocivas, pois podemos perder o controle dos nossos atos. No planeta em que vivemos que ainda é de provas e expiações, as paixões desgorvenadas, tem sido fonte de grande males na humanidade.

Já ouvimos muitas vezes notícias dos crimes passionais, quando cometidos por pessoas que afirmam que mataram por amor, e essa pessoa amada foi transformada em vítima. E todos nós sabemos que ¨não se mata por amor ¨

Para a Doutrina Espírita a compreensão vem através da pergunta e da resposta 939 em ¨O Livro dos Espíritos ¨ Como pode se transformar a mais viva afeição entre dois seres, em antipatia e muitas vezes em ódio? 

– Existem duas espécieis de afeição: A do corpo e da alma, quando a afeição é da alma, é tranquila e duradoura, quando é apenas da matéria , os que julgam amar-se, passam a odiar-se quando a ilusão acaba.

Portanto a orientação dos Espíritos , nos fazem compreender, que a paixão é importante em nossas vidas quando são respaldadas por certa dose de ponderação.

Muita Paz