O álcool é uma droga permitida e aceita socialmente,  só é visto como ameaça, quando ingerida em grande quantidade, ou quando causa desastres. O alcoolismo precoce aumenta consideravelmente,  comprometendo a saúde física e emocional dos nossos jovens.

No Brasil estima-se que mais ou menos vinte por cento da população são alcoolátras, provocando os conflitos familiares, acidentes de trânsito, e mortes violentas.Pesquisas realidadas pela ( UNESCO) , revelou que a dependêcia do álcool, está começando em média em crianças com treze anos, com isso sendo considerado o primeiro passo para as demais drogas.

O álcool na sua primeira fase, torna o individuo alegre e descontraído. Na segunda fase torna-se valentão, criando problemas com quem está á sua volta. Na terceira fase entra em depressão podendo até perder o controle das suas funções fisiológicas.

No livro ¨ Adolescência e Vida ¨ de Divaldo Pereira Franco: Joana de Angelis afirma que ¨ O  alcoolismo desenfreado, sob o disfarce de bebidas sociais, leva os indíviduos a estados degenerativos, a perturbações de várias ordens, torna-se fator predisponente para as famílias seguirem o mesmo exemplo, particularmente os filhos, sem estrutura de comportamento saudável.

Não se ensina a um filho a não beber,  se os pais bebem. O ideal seria não beber. O álcool é um problema muito sério, que preisa de muita atenção e de responsabilidade no seu consumo.

Observe seu filho: Mudanças bruscas de humor, ausências constantes, falta de apetite, olhos avermelhados, enjôos, agressividade, pouco rendimento escolar. Percebendo os sintomas os pais precisam imediatamente tomar providências, em princípio o diálogo sem recrimnações,  e procurar ajuda imediata de um profissional, para juntos resolverem o problema.

Não adiante responsabilizar quem vende a bebida, ela está ao alcance de todos, nos bares, mercados, postos de gasolina, nas reuniões dos jovens. As crianças assistem nas suas primeiras festas infantis os pais e parentes o consumindo  cerveja, e outros tipos de bebidas alcoolicas, para eles é normal,  numa festa, não pode faltar algum tipo de bebida alcoolica. Não esquecendo as propagandas na televisão.

Como lidar com a situação? Proibir, não adianta. A importância do diálogo aberto, mostrando como é a vida pessoal e profissional dos que abusam do álcool, seria interessante, até citar alguns exemplos.

Nós espíritas optamos que além do diálogo aberto com nossos filhos, e  o exemplo dos pais, a Evangelização infantil, e também no período da adolescência, são fortes aliados para nos ajudar evitar esse mal. Pois o jovem  vai aprender sobre  a lei de  ¨ Ação e Reação ¨ ,  sobre o valor do livre árbitrio, entendendo que ele é responsável pelos seus atos, e quando são não adequados, vão gerar sofrimentos para si e para os que o amam.

O união da família, a evangelização,  a frequencia á casa espírita, o culto do Evangelho no Lar, nos ajudará na orientação aos nossos jovens. A melhor maneira de ajudarmos aos nossos filhos é observar, ser carinhoso e presente. O jovem que sente o apoio familiar, a chance é menor de buscar o uso de drogas.

Muita Paz