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Na Grécia antiga havia um templo em Delfos, em cujo fronstispicio estava escrita a célebre frase: Gnosti se Auton ( ¨Conhece-te a ti mesmo¨) , adotada por Sócrates e reconhecida por Allan Kardec e pela espiritualidade.

 

O auto conhecimento inegavelmente proporciona o crescimento moral, porque possibilita o abandono das velhas condutas viciosas e a aquisição de virtudes. A sabedoria dessa máxima é evidente, mas o problema está exatamente em cada um conhecer-se, razão pela qual Santo Agostinho sugere a realização de balancetes morais diariamente, mas observando se o ego  está impedindo uma auto crítica sincera.

Depois de perceber seus erros, vem a parte mais difícil, corrigí-los. A análise consiste, não só no auto conhecimento, mas na  correção das falhas e na  aquisição de virtudes, cosequentemente no progresso pessoal.

Ainda somos espítitos imperfeitos por isso é tão importante nos tornarmos melhores, Com certeza  será bem melhor vivermos aqui.

Muita Paz               RIE

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Os materialistas negam que Jesus haja morrido na cruz, por várias razões dentre outras:

Porque a morte na cruz só se dava três a quatro dias após a crucificação, e Jesus permaneceu somente algumas horas.

Porque, após o sepultamento, seu corpo desapareceu, mas foi visto depois por vários discípulos, tanto em Jereusalém como na Galiléia.

 

Mas o espiritismo explica o fenômeno da materialização e também que as coisas deveriam acontecer como foi programado e não seguindo as regras do mundo.

Segundo alguns, Jesus foi retirado do sepulcro pelos essênios ou pelo próprio José de Arimatéia, para que o povo pensasse  que de fato ele ressuscitou.

Essa doutrina foi em grande parte deturpada pelos próprios seguidores. Mas Jesus prometeu um novo Consolador,   e a terceira revelação, que é a Doutrina dos Espíritos , chegou na sua pureza , trazendo seus ensinamenos . Jesus está em toda parte, não está preso dentro dos templos, ele está nos lares, nos recantos humildes,  onde existe a certeza da sua presença.

Jesus está dentro dos nossos corações.

Muita Paz

Os magnetizadores     espiritualistas do tempo de Kardec seguiam a teoria criada por Mesmer. Havia um grupo menor, os fluidistas, que acreditava numa energia material que impregnava o corpo do doente para curá-lo – equivalente à energia elétrica atuante nos nervos, Essa possibilidade foi negada quando as forças materiais foram todas  medidas pelos fisicos. A teoria do fluido cósmico universal proposta por Mesmer, com a energial vital vibrando acima da luz, prevalece como verdade ainda não compreendida pela ciência materialista, Explica Kardec na Revista Espírita: ¨De todos os tempos , os magnetistas estiveram divididos  em dois campos: Os espiritualistas e os fluidistas; estes últimos, muito menos numerosos, fazendo ao menos abstração  do principio espiritual, quando não o negam  absolutamente, tudo relacionam com a ação do fluido material; consequentemente, estão em opsição de principios com os espíritas. ora, há de se observar que, se todos os magnetistas não são espíritas, todos os espíritas, sem exceção, admitem o Magnetismo. Em todas as circunstâncias, deles se fizeram os defensores  e os sustentáculos.(PHF)

Muita paz

Um homem tinha dois filhos. Ambos viviam com seu pai numa vinha que pertencia a família.

Um dia, pela manhã, o pai chamou o rapaz mais velho e disse-lhe:

– Meu filho, hoje não irás ao mercado da vila. Já fiz todas compras necessárias. Vais trabalhar na vinha.

O jovem respondeu a seu pai:

– Sim, meu pai, já vou.  A verdade,  porém, é que prometeu, mas não foi. Desejaria ir ao mercado, mas não trabalhar na vinha, colhendo cachos e mais cachos de uvas. Ficou intimamente aborrecido com a ordem do pai, mas, não quis desrespeitá-lo com palavras. E pensou consigo mesmo: ¨Desejaria tanto ir ao mercado hoje …Lá me encontraria com Joel e Davi… E meu pai me mandou catar bagos na vinha…Não, não vou mesmo…

E não foi. Na mesma hora,  o pai chamou o filho caçula, que era o desobediente da casa. Muito rebelde, era considerado pelos vizinhos ¨um rebelde¨, o oposto do irmão.

O pai chamou-o,  também, e disse-lhe:

– Meu filho, não terás que acompanhar teu irmão ao mercado hoje. Já chegaram as compras que fiz. Vai trabalhar na vinha. O rapaz, que era muito impulsivo, respondeu com muita aspereza ao pai:

– Eu, não… Não quero trabalhar na vinha… E correu. Entrando em seu quarto, instantes depois,  arrependeu-se das palavras brutas que disse ao pai, voltou e pediu perdão. E foi, com a consciência tranquila, colher os cachos de uva na videira de seu pai.

Jesus contou esta Parábola, em Jeresulém, aos sacerdotes que duvidavam da sua missão e que não se arrependeram com a pregação de João Batista. E Jesus pergunta, ao terminar a parábola:

– Qual dos dois filhos fez a vontade do pai?

– O segundo.

E Jesus lhes disse:- Em verdade vos digo, que os publicanos que roubam e as mulheres  que pecam entrarão  no reino de Deus antes de vós.  Porque João veio, exemplificando a justiça  e a vontade de Deus, e os pecadores o ouviram e se arrependeram  de seus pecados, começando uma vida nova. Mas, vós, que também ouvistes João, não vos arrependeste nem crestes nele.

O filho mais velho era educado, atencioso,  de finas maneiras, era considerado por todos um modelo de perfeição, não magoava ninguém com palavras. Intimamente  era egoísta, só fazia o que desejava, não respeitava ninguém. Era um rebelde invisível.

O filho caçula, era muitas vezes áspero, mas era autêntico, não era mau nem revoltado. Errava, pedia desculpas e consertava seus erros.

No caminho da nossa evolução espiritual, devemos proceder como o segundo rapaz, de nada nos adianta, manter uma aparência educada, gentil, cristã, mas interiormente somos  pessoas egoístas.

 O segundo rapaz é verdadeiro, sincero, tem defeitos, sujeito a várias reações, mas reconhece seus erros, e tenta consertá-los, avançando assim aos poucos na sua escala evolutiva.   

Muita Paz

Indiscutivelmente  o amor ao próximo é o que assegura o equilibrio na marcha do progresso.

Para amar ao nosso próximo não precisamos  de profissões que lidem diretamente com o ser humano,  mas deve comparecer em todos os campos de atividades, regendo todos os ministérios e profissões.

Diplomar-se médico sem piedade para com os enfermos está longe do sentimento de amor ao próximo. Um juiz sem piedade com a justiça, que deve ser feita ao seu próximo, não passará de um cabide precioso para os textos legais. Um sacerdote preparado para os ofícios do templo, sem piedade com os seus fiéis, terminará o seu serviço espalhando a desilusão.Todos somos necessitados de piedade e de exercer a piedade pelo nosso semelhante.

Só a compaixão desenvolverá em nós o amor ao próximo. Bata-nos recordar a imensa bondade do nosso Mestre Jesus, que tolera os nossos erros e do nosso próximo, ajudando, amando, entendendo e servindo, porque somente através da profunda compaixão de uns com outos é que atingiremos  a comunhão com Deus.

“Amar a Deus sobre todas as coiss e ao próximo como a nós mesmo”

Muita paz !

¨A lei natural é a lei de Deus; eterna e imutável como ele mesmo¨. Certos teólogos católicos e protestantes acusam o espiritismo  de doutrin panteista. O mesmo fizeram com Espinosa,  para quem  Deus, a substância  única é a própria  Natureza, mas não no seu aspecto material, e sim  nas suas leis. Espinosa respondeu:  ¨Afirmo-o com  Paulo, e talvez com todos os filósofos em Deus; ouso mesmo acrescentar  que esse foi o pensamento de todos os antigos hebreus¨ (Carta  LXXIII, explicando a proporção  XV da ¨´etica¨. Tudo o que  existe, existe em Deus, e nada pode existir nem  ser concebido sem Deus¨) embora exista divergência entre a concepção  espinosiana e a espírita de Deus, ambas concordam  ao negar o antropomorfismo católico e protestante, ao re afirmar o princípio paulino acima citado e ao estabelecer identidade de origem e natureza divina para todas as leis do universo.

Por outro lado, assim como  Espinosa não confundia a natureza material (natura naturata)  com Deus. mas apenas a natureza inteligente ( natura naturans), assim  também o Espiritismo não faz  semelhante confusão, estabelecendo ainda que as leis  de Deus são uma coisa e Deus  mesmo a outra. Veja-se  o capítulo  primeiro  do Livro primeiro, sobre Deus. Não  há possibilidade de confusão  entre o Espiritismo e o Panteísmo, a menos que se admita como panteísta a doutrina da imanência  de Deus, por força mesmo de sua transcedência ; e, nesse caso, católicos e protestantes também  seriam panteistas. As revoluções atuais  no campo da Teologia, particularmente o movimento da Teologia Tadical, mostram  mais uma vez o acerto  da concepção espírita em Deus.  

¨O Livro dos Espíritos¨

Muita Paz

Delanne foi um dos maiores propagadores da sobrevivência e comunicalidade dos espíritos.

 

Seu pai era espírita e muito amigo de Allan Kardec, sua era médium e cooperou com o mestre de Lyon na Codificação.

Delanne nasceu no dia 23 de março de 1857, exatamente no ano em que Karde publicava a primeira edição do ¨O Livro dos Espíritos¨  Nasceu portanto  esse grande defensor  do Espiritismo em ambiente espiritual propicio a sua preparação, o que se fez em moldes rigorosamente científico e com estrita fidelidade ao codificador.

Afirmando sempre que a sua crença inabalável era a espírita , e dedicando-se desde à pesquisa experimental  dos fatos presenciados, e dentro da sua própria casa, veio a receber da espiritualidade   uma  mensagem cujo teor  o faria mais dedicado e disciplinado para com as suas pesquisas. Dizia a mensagem:  ¨Nada Temas ¨. Tem confiança. Jamais serás rico do ponto de vista material. Coisa alguma, porém, te faltará na vida.

Publicou ¨O Espiritismo Perante a Ciência¨, ¨O fenõmeno Espírita ¨, ¨A evolução  Animica¨, Pesquisas sobre a Mediunidade¨ ¨As Aparições Materializadas de Vivos e Mortos ¨, além de outras obras de cunho científico.

Afirma Gabriel Delanne: ¨A inteligência que  se manifesta não emana dos operadores; ela declara ser aquele cujo nome declina. Não vemos porque se obstinaria  em negar  sua existência . Vamos, agora,  acumular as provas da existência  dos Espíritos,  e elas  irão  se revestindo  de um caráter cada vez mais forte, por forma que nenhuma denegação será capaz de combater a evidência da intervenção dos Espíritos nessas novas manifestações¨

Em 1883 fundou a revista ¨O Espiritismo ¨ graças  a Elisabeth D´Esperance, que doou o dinheiro para as despesas.

fez pesquisas com grandes médiuns como Charles Richet. Faleceu em 1926, tendo cumprido sua missão a de divulgador da Doutrina Espírita.  Foi o pesquisador  que de maneira incansável soube aproximar a ciência da religião, certo que ambas teriam que caminhar unidas  para uma compreensão lógica do Universo e de seus habitantes  encarnados e desencarnados.

Muita Paz

A ilusão do suicida é de que, com a extinção do corpo, cessam os problemas e dores, mas infelizmente isto não acontece, quando percebe que a morte não existe, e que de nada adiantou este gesto tresloucado, o sofrimento é muito maior.

Segundo Léon Denis o suicidio é uma covardia, um crime cujas consequencias são terríveis. Cada um de nós tem deveres, uma missão a cumprir na terra, provas a suportar para o nosso bem e elevação. Procurar libertar-se dos males terrestres antes do tempo é violar a lei natural, e cada atendado contra essa   lei  traz para o culpado uma violenta reação. O suicidio  não põe termo aos sofrimentos físicos nem morais.  O espírito quando percebe que nada adiantou entra em desepero, sofrendo mais do que quando estava encarnado.

Longe de abreviar sua prova, ele a prolonga . Seu mal estar, sua perturbação persistem por muito tempo  depois da destruição do corpo carnal. Deverá enfrentar  novamente as provas que ele supunha  poder escapar com a morte e que foram geradas pelo seu passado.

Terá de suportá-las em piores condições, refazer, passo a passo, o caminho semeado de obstáculos, e para isso sofrerá várias reencarnações  mais penosa ainda que aquela à qual pretendeu fugir.

                                                                 O suicidio é uma das mais graves infrações as leis de Deus.

Muita Paz  

Temer as energias negativas, enviadas por nossos inimigos,   é uma das   maiores preocupações  do ser humano.  Em primeiro lugar, não há motivos para temores, pois o medo e a culpa,  são  os principais motivos das nossas perturbações, nos deixando  completamente  vulneráveis. Se  tememos algo ou  alguém,  significa a  falta de fé em Deus.

Em princípio precisamos enfrentar  a situação e  manter a calma.  Ao invés de ficarmos esperando vibrações negativas dos nossos desafetos,  enviemos vibrações positivas para eles.  Contornar a situação,  lembrando  dos ensinamentos do Mestre quando nos disse:   ¨Reconcilia-te com teu adaversário, enquanto estais a caminho¨,  evidentemente que será melhor enquanto  estivermos  trilhando o nosso caminho,  aqui na terra, para não levarmos as  desavenças, para as  nossas próximas existências.

 A  postura de medo, pode nos levar a  ¨Auto obsessão¨, com isso,  ajudando a atrair as más influências para nós mesmo. A  auto obsessão acontece, quando não   temos  confiança  em nossos protetores,  em nossa maneira de agir, e  quando  não confiamos  na nossa força interior, ¨ela¨,  é a nossa maior defesa, pois está aliada a fé em Deus.

As flechas não alcançam o céu.   Se vivermos com pensamentos elevados,  palavras e ações nobres,  fugindo das conversações negativas, maldosas,  nada temos a temer,   fecha-se o canal para  as influências negativas, reforçando o caminho espiritual. Pois as vias de acesso, pelas quais as energias negativas podem entrar em nosso campo vibratório,  são as portas que levam a nossa mente e ao nosso coração.

Muita Paz

  

Um dia dois homens subiram as escadarias do Templo de Salomão para fazer suas preces.

Um deles era um Fariseu e outro um Publicano.

Os Fariseus eram homens religiosos, que viveram no tempo de Jesus. Eram muito orgulhosos e se consideravam perfeitos por cumprirem  as determinações da sua religião. Gostavam de discutir  sobre assuntos espirituais. Consideravam suas interpretações como as únicas certas. Eram vaidosos pela antiguidade de sua seita religiosa. Tratavam os partidários das outras crenças com ódio e desprezo. Achavam que ¨religião¨era somente a prática de cerimônias nas suas igrejas ( que eram chamadas sinagogas; templo só havia um, o de Salomão, em Jerusalém). Eram, quase sempre, cheios de vícios e erros, mas, fingiam  por palavras e atitudes que eram corretos e santos.

Os publicanos eram cobradores de impostos . No tempo de Jesus, a Palestina  pertencia ao imperio Romano. Por isso, os judeus pagavam impostos ao imperador. Os publicanos eram, em geral , judeus que exerciam essa profissão; cobravam impostos de seus compatriotas em favor  do Império Romano. Aproveitavam -se, muitas vezes, da sua função para impor multas desonestas, roubando o povo. Por isso,  eram geralmente odiados e tidos como ladrões.

Certa dia, um Fariseu e um Publicano subiram ao templo para orar.

O fariseu fazia sua oração, dizendo:

– Ó meu Deus, eu te agradeço muito, porque não sou semelhante aos outros homens, que são ladrões e injustos. Agradeço-te porque não sou como este publicano indigno que está ali adiante… Ó Senhor, todas as segundas e quintas-feiras eu jejuo, recordando a subida de Moisés ao Monte Sinai e sua descida com as Tábuas da Lei. Dou o dízimo de tudo quanto ganho nos meus negócios…

O publicano estava a alguma distância do fariseu. Não tinha coragem nem de levantar os olhos ao Céu, pois estava profundamente arrependido dos furtos que cometia ao cobrar os impostos. Também orava, mas, sua prece era muito diferente  da oração do fariseu orgulhoso.

Dizia o publicano em sua prece: Ó Deus, tem misericórdia de mim, que sou um miserável pecador!

Deus ouve nossas preces. Mas, nem a todas ele responde. A prece do fariseu era uma declaração de orgulho, nem deveria ser chamada de prece. A oração do publicano é o grito de uma alma arrependida dos seus pecados.

É o que Deus espera de nós, que reconheçamos  os nossos erros,  e busquemos o caminho do bem. Deus ouviu a prece do publicano e o justificou, isto é, deu-lhe mais forças  para que ele se corrigisse e caminhasse honestamente na vida.

Encerrando a parábola, disse Jesus: ¨Todo aquele que se exalta será humilhado, mas, o que se humilha  será exaltado¨.

Muita Paz

Espíritas amai-vos; espíritas instrui-vos.
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